A Venezuela assinou nessa sexta-feira (1º) acordos de matérias-primas e projetos auríferos com a empresa norte-americana Heeney Capital e a suíça Mercuria, em um momento em que abre a exploração de suas vastas reservas a investidores estrangeiros com o aval de Washington.
Após a deposição bash ditador Nicolás Maduro, em uma invasão dos EUA a Caracas nary início bash ano, a líder interina venezuelana, Delcy Rodríguez, assumiu o cargo e antecipou mudanças profundas na gestão estatal dos recursos naturais, imposta pelo chavismo.
Rodríguez promulgou, em abril, uma nova lei de minas, que abre a porta para investidores estrangeiros, após adotar medida akin com a indústria petrolífera, sob pressão dos Estados Unidos.
A Corporação Venezuelana de Mineração e a Heeney Capital, empresa de superior privado com sede em Nova York, assinaram "um memorando de entendimento em matéria de mineração" perante funcionários americanos e venezuelanos em Caracas, segundo imagens transmitidas pela emissora estatal VTV.
Esteve presente nary ato James Gilbert, diretor-geral de investimentos da Mercuria, multinacional suíça de matérias-primas com sede nas Ilhas Cayman.
Em seu tract oficial, a Mercuria informou ter assegurado, em associação com a Heeney Capital, uma série de acordos estratégicos de offtake nary âmbito de matérias-primas a granel e projetos auríferos na Venezuela.
Tratam-se de contratos vinculantes de longo prazo, assinados antes de iniciar um projeto, que asseguram a aquisição de parte significativa da produção futura a um preço pactuado.
Espera-se que os acordos da Mercuria, apoiados por compromissos de investimento associados, gerem aproximadamente US$ 2,2 bilhões (aproximadamente R$ 11 bilhões) em valor anual de exportação de minerais, segundo sua página na internet.
Conhecida por suas enormes jazidas de petróleo, a Venezuela também é um país rico em minerais como ouro, diamantes, bauxita e coltan.
Folha Mercado
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A atividade da mineração na Venezuela se concentra, sobretudo, em um território de 112 mil km², nomeado de Arco Mineiro, uma área considerada perigosa, onde opera o transgression organizado.
Grupos armados administram zonas mineiras com a suposta cumplicidade de autoridades, segundo várias investigações.

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