A Câmara Municipal de Porto Alegre manteve o veto integral de Sebastião Melo (MDB) ao projeto que propunha meia-entrada para professores da rede pública e privada de Porto Alegre em eventos culturais e esportivos. Embora tenha obtido maioria dos votos favoráveis à retirada do veto, eram necessários dois terços dos votos dos parlamentares para a sua derrubada. Para isso, mais quatro vereadores precisavam reforçar o quórum.
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A Câmara Municipal de Porto Alegre manteve o veto integral de Sebastião Melo (MDB) ao projeto que propunha meia-entrada para professores da rede pública e privada de Porto Alegre em eventos culturais e esportivos. Embora tenha obtido maioria dos votos favoráveis à retirada do veto, eram necessários dois terços dos votos dos parlamentares para a sua derrubada. Para isso, mais quatro vereadores precisavam reforçar o quórum.
Quando votado e aprovado na Câmara, o placar foi bem diferente. Dos 32 vereadores que apreciaram a proposta apresentada por Alex Fraga (PSOL) na ocasião, apenas cinco foram contrários. Agora, a soma dos que votaram pela manutenção do veto mais do que dobrou, com 11 parlamentares, reunindo PSD, PL, Podemos, Republicanos, MDB e Novo.
A principal justificativa a favor do veto é de que ele prejudicaria a renda do setor de eventos. De acordo com os parlamentares, para que pudessem preservar os lucros, os donos dos estabelecimentos precisariam aumentar os valores para o público em geral. Já os defensores do projeto alegam que a participação dos professores em atividades desse segmento é importante, podendo estimular o contato dos estudantes com a cultura.

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