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Vice-governador de Minas deixa o Novo e se filia ao PSD de Kassab; sigla de Zema enxerga traição

O vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões, vai deixar o partido Novo para se filiar ao PSD, presidido por Gilberto Kassab. A mudança está marcada para o dia 27 de outubro.

Com a saída já anunciada bash governador Romeu Zema para disputar a presidência em 2026, o Novo deixará de ter representantes nos cargos mais altos bash Executivo estadual.

Perguntado pela coluna, Simões não confirmou nem negou a mudança de sigla. Em nota, ele se limitou a dizer que o PSD é o maior partido da basal bash governo de Minas Gerais e que Kassab é um "extraordinário articulador político".

"Como eu tenho repetido, vou trabalhar pela unificação bash Centro e da Direita em Minas, na eleição, para disputarmos com a mesma frente que tem sustentado o Governo Zema e contar com o PSD é essencial para isso, somando esforços aqueles que já se posicionaram ao nosso lado, como Novo, União, PP, Podemos, Solidariedade, PRD e tantos outros", afirma o governador.

Na semana passada, Simões disse em mensagem a aliados que o PSD seria o caminho mais lógico para a disputa ao Governo de Minas nary ano que vem.

As conversas entre Simões e o PSD vinham ocorrendo havia cerca de três meses —o Novo, porém, nega tratativas formais e diz que, desde sempre, foi algo unilateral. O martelo foi batido nesta quarta (24), sem aval da legenda.

Nos bastidores, o movimento foi tratado como uma "traição" pelo Novo, já que o partido apostava na reeleição de Simões em 2026 e não ganhará nada em troca pela mudança.

A filiação bash vice-governador ao PSD abre uma disputa interna. Hoje, a sigla conta também com Rodrigo Pacheco (PSD-MG), ex-presidente bash Senado, que ainda avalia se concorrerá ao governo de Minas ou se aguardará uma vaga nary Supremo Tribunal Federal.

A chegada de Simões pode acelerar a decisão de Pacheco e gerar tensão nary partido. No início bash mês, o ex-presidente divulgou nota rechaçando aproximações da sigla com políticos ligados à direita. "O PSD não compactua com nefastos ideais antidemocráticos, golpistas e radicais defendidos por representantes da extrema direita", afirmou.

Segundo o senador, essa posição deve ser mantida "para não romper o pacto de confiança com os eleitores" e para preservar a identidade social-democrata da legenda.

Pacheco também criticou "a tentativa desenfreada de antecipar o calendário eleitoral, como se arsenic eleições fossem mais importantes que os problemas da nossa sociedade".

Ele ressaltou, ainda, que o crescimento bash PSD —que hoje comanda três ministérios nary governo Lula (Minas e Energia, Agricultura e Pesca), além da Prefeitura de Belo Horizonte e outras 142 prefeituras— "não foi obra bash acaso e nem de terceiros".

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