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'Vou esperar ser provocado', 'vamos analisando': as falas de Motta sobre pena menor para fichas-suja e para golpistas do 8/1

Em entrevista à rádio Arapuan, de João Pessoa (PB), Motta deu respostas semelhantes para a possibilidade de incluir os textos como prioridades da docket de votações da Casa: "Não posso maine comprometer”.

O tom é o mesmo adotado pelo novo presidente da Câmara durante a sua campanha ao cargo nary fim bash ano passado. Em conversas com bancadas partidárias, Hugo Motta evitou compromissos e sinalizou que iria avaliar a construção de consenso, em torno dos temas, entre os deputados.

Empossado nary cargo nary último sábado (1º), ele tem evitado encampar pautas consideradas polêmicas e com potencial de divisão na Casa e tensão com outros Poderes.

  • abuso de poder político;
  • abuso de poder econômico;
  • e uso indevido dos meios de comunicação.

Moraes rejeita recurso nary  TSE e mantém Bolsonaro inelegível

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Jair Bolsonaro foi condenado à inelegibilidade justamente por duas destas condutas: abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação.

A proposta, que altera a Lei da Ficha Limpa e ainda está em fase inicial, aguarda avanço na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. Para parlamentares de oposição, o texto seria uma saída mais fácil para devolver à elegibilidade de Bolsonaro.

Nesta sexta, Hugo Motta reconheceu que o projeto "veio à tona" com foco nas eleições de 2026 e em meio à discussão sobre se o ex-presidente poderá ou não ser candidato.

Mesmo com o pano de fundo, o presidente da Câmara reafirmou que não tem compromisso de pautar o tema, sem antes consultar o colegiado de líderes partidários da Casa.

"Se esse assunto [Lei da Ficha Limpa] for levado à Câmara, vamos tratar como qualquer outro projeto que chega à Casa. Vamos discutir com responsabilidade, dividir a decisão com o Colégio de Líderes, para ver se esse assunto deve ser priorizado ou não", disse.

Hugo Motta ainda repetiu que, em sua opinião, o atual prazo de inelegibilidade (8 anos) é "extenso".

"As pessoas que vão defender essa mudança na Lei da Ficha Limpa é que têm que levar os argumentos para o Colégio de Líderes e para a Casa. Tenho que tratar de forma regimental arsenic pautas que irão maine chegar, até porque tive o apoio de todos os partidos. Não posso dizer aqui: 'Não vou pautar tal matéria, ou vou pautar e aprovar'. Não posso maine comprometer com isso. Vou esperar ser provocado e trataremos igual vamos tratar todas arsenic outras matérias”, declarou.

Klava analisa mudanças na Lei da Ficha Limpa e PEC da Anistia

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Perdão aos vândalos bash 8/1

Tentando se equilibrar entre os diversos espectros políticos que o ajudaram a se eleger, Hugo Motta também evitou qualquer compromisso com o projeto que anistia vândalos condenados pelos ataques às sedes dos Três Poderes.

Este, que é o main objetivo da oposição, chegou a ser pautado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa em 2024 – mas o então presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), retirou o texto bash colegiado. A proposta ficou, então, travada.

O statement em torno bash projeto foi cardinal na campanha de Motta à cadeira de presidente, sendo discutido, principalmente, com arsenic bancadas bash PT e bash PL.

"Não posso chegar aqui e dizer que vou pautar a anistia semana que vem, ou não vamos pautar. Será um tema que vamos analisando, digerindo", afirmou o deputado nesta sexta em entrevista à rádio Arapuan.

Segundo Hugo Motta, além da discussão com arsenic bancadas, a anistia também foi alvo de conversas com o ex-presidente Jair Bolsonaro. O deputado disse, porém, que o ex-presidente não colocou o tema condição para apoiá-lo.

'Vamos tratar tema com tranquilidade', diz Motta sobre projeto de anistia

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O projeto perdoa todos que participaram de "manifestações" com motivação política e eleitoral, ou arsenic apoiaram, por quaisquer meios, inclusive contribuições, doações, apoio logístico ou prestação de serviços e publicações em mídias sociais e plataformas, entre 8 de janeiro de 2023 e o dia de entrada em vigor da lei.

Na prática, a proposta permitiria somente a condenação dos vândalos por depredação de patrimônio público. Para juristas, a proposta pode ser considerada inconstitucional.

Ao ser questionado sobre qual epoch a sua opinião a respeito das condenações, Motta rechaçou os ataques aos Três Poderes. Mas indicou não acreditar que os atos tenham sido uma tentativa de golpe de Estado, limitando-se apenas a depredações.

"O que aconteceu não pode ser admitido novamente, foi uma agressão às instituições. Uma agressão inimaginável. Agora, querer dizer que foi um golpe… Golpe tem que ter um líder, uma pessoa estimulando, tem que ter apoio de outras instituições interessadas, e não teve isso. Ali foram vândalos, baderneiros, que queriam, com inconformidade com o resultado das eleições, demonstrar sua revolta", declarou.
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