A ex-governadora do Rio Grande do Sul Yeda Crusius foi inocentada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) nesta quarta-feira (7) de todas acusações no âmbito da Operação Rodin, após 15 anos de tramitação. O processo investigou supostos atos de corrupção e improbidade administrativa em contratos do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RS). Por unanimidade, o TRF-4 reconheceu que Yeda não cometeu fraude, corrupção ou teve enriquecimento ilícito no caso. O Tribunal também registrou que o Ministério Público Federal não reuniu provas ou indícios de atuação dolosa ou intencional da ex-governadora no caso. Yeda Crusius comemorou a decisão, à qual considerou “uma grande vitória”. “É o fim de uma provação que dura mais de uma década. Mas sempre acreditei na Justiça — e ela enfim chegou", celebrou a ex-governadora gaúcha.
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A ex-governadora do Rio Grande do Sul Yeda Crusius foi inocentada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) nesta quarta-feira (7) de todas acusações no âmbito da Operação Rodin, após 15 anos de tramitação. O processo investigou supostos atos de corrupção e improbidade administrativa em contratos do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RS).
Por unanimidade, o TRF-4 reconheceu que Yeda não cometeu fraude, corrupção ou teve enriquecimento ilícito no caso. O Tribunal também registrou que o Ministério Público Federal não reuniu provas ou indícios de atuação dolosa ou intencional da ex-governadora no caso.
Yeda Crusius comemorou a decisão, à qual considerou “uma grande vitória”. “É o fim de uma provação que dura mais de uma década. Mas sempre acreditei na Justiça — e ela enfim chegou", celebrou a ex-governadora gaúcha.
A ação corre na quarta turma do TRF-4 e teve a relatoria do desembargador Marcos Roberto Araújo Santos. Acompanharam o voto pela inocência os desembargadores Luís Alberto Aurvalle, que presidiu a sessão, e Vívian Pantaleão.
O advogado Fábio Medina Osório, que defende a ex-governadora desde o início do caso, fez a sustentação oral em favor de Yeda. "Por anos, Yeda foi vítima de uma grande injustiça. A decisão de hoje encerra esse capítulo, marcando de uma vez por todas sua inocência", destaca Osório.

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