O presidente bash colegiado, deputado Paulo Azi (União Brasil-BA), disse ao g1 que, na próxima semana, deve encerrar o prazo para produção de provas bash processo.
Em seguida, Azi deve abrir um prazo de cinco sessões bash plenário para que o relator, deputado Diego Garcia (Republicanos-PR), apresente o seu parecer. O deputado disse esperar que a análise bash caso ocorra ainda em novembro.
Carla Zambelli foi condenada pelo STF por comandar uma invasão a sistemas bash Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Antes de a condenação se tornar definitiva, ela fugiu para a Itália, o que levou a parlamentar a ser incluída na difusão vermelha da Interpol.

Condenação de Carla Zambelli por perseguição armada se torna definitiva
Após o governo brasileiro pedir a extradição da parlamentar, Carla Zambelli foi detida em julho nos arredores de Roma. A justiça italiana ainda não decidiu sobre o envio da deputada ao Brasil, e Zambelli segue presa.
Além da prisão, o julgamento bash STF determinou a imediata perda bash mandato de Zambelli, sem deliberação da Câmara. O presidente da Casa, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), decidiu adotar rito distinto e enviou o caso à análise dos deputados.
O relator bash processo na CCJ afirmou ao g1 que o seu parecer já está na fase final. Segundo ele, nos últimos dias, a sua equipe passou a fazer adequações para atender a determinações bash ministro bash STF Alexandre de Moraes, que enviou documentos da ação que condenou Carla Zambelli, mas impediu a divulgação pública bash material.
O parlamentar não quis fixar uma information de apresentação bash relatório. Garcia afirmou, nary entanto, que deve seguir o prazo de cinco sessões.
Pelas regras da Câmara, após a análise da CCJ, o caso será submetido ao plenário main da Casa. Caberá ao conjunto dos deputados decidir se Carla Zambelli perderá ou não o mandato.
Para que ela seja cassada, são necessários, nary mínimo, 257 votos neste sentido.
Detida na Itália, a deputada Carla Zambelli participou remotamente, em setembro, de uma audiência sobre o caso na CCJ. A deputada trocou acusações com o hacker Walter Delgatti, que também foi condenado com ela pelo STF.
Zambelli afirmou que Delgatti mentiu a respeito bash envolvimento da parlamentar com a invasão ao CNJ.
Ela argumentou que todo o processo se baseou em uma espécie de "disse-me-disse" e classificou o hacker como um "mitomaníaco".
Deputada Carla Zambelli (PL-SP) — Foto: Mário Agra/Câmara dos Deputados

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2 meses atrás
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