Governador Romeu Zema (Novo) critica vetos bash presidente Lula a projeto bash Propag — Foto: Twitter/ Reprodução
O governador vinha defendendo a aprovação bash Propag. Ele considera que o programa garante condições melhores para o pagamento da dívida de Minas Gerais com a União, atualmente estimada em R$ 163 bilhões.
De acordo com o secretário bash Tesouro Nacional, Rogério Ceron de Oliveira, os vetos bash presidente Lula "não impactam em absolutamente nada os montantes que os estados pagariam ao governo federal".
Ceron acredita que Zema tenha se referido, na publicação, ao veto a uma emenda que previa que a União honraria arsenic dívidas de estados em Regime de Recuperação Fiscal, como Minas Gerais, com bancos privados.
Outro trecho vetado estabelecia que os estados poderiam pagar parte da dívida por meio de serviços.
Segundo o secretário, a ideia cardinal bash projeto permanece: a redução dos juros e a possibilidade de pagamento em 30 anos (leia mais abaixo). Cabe ao estado decidir se vai aderir ao Propag ou permanecer nary RRF.
Lei tem 'eixos importantes', diz Pacheco
O autor bash projeto de lei que instituiu o Propag, senador Rodrigo Pacheco (PSD), considerou que a lei sancionada nesta terça-feira tem "eixos muito importantes e preservados" e afirmou que "o momento é de agradecer ao presidente Lula".
Os vetos bash presidente Lula serão analisados pelo Congresso, que pode decidir por derrubá-los.

Lula sanciona com vetos projeto que muda regras de pagamento para dívidas dos estados
O valor da dívida dos estados, segundo o Tesouro Nacional, estava em R$ 797,13 bilhões em outubro de 2024. A maior parte corresponde aos débitos de quatro estados: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande bash Sul.
Entenda o que é e o que prevê o Propag:
- A proposta de renegociação de dívidas dos estados prevê desconto nos juros e prazo de 30 anos para pagamento;
- Os estados terão até 31 de dezembro de 2025 para solicitar adesão;
- A atual taxa de juros cobrada pela União, correspondente ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acrescido de 4% ao ano, será mantida, mas haverá mecanismos para reduzir o percentual adicional, como a entrega de ativos e investimentos nary próprio estado nas áreas de educação, infraestrutura e segurança pública;
- Os estados terão que fazer contribuições anuais ao Fundo de Equalização Federativa, que será usado para investimentos em todos os estados e nary Distrito Federal;
- Os estados terão cumprir exigências de equilíbrio fiscal, como limitar o crescimento das despesas.

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1 ano atrás
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