Jogos ruins não são raridade na indústria, mas há casos em que, apesar da qualidade, esses games vendem milhões no lançamento. Com isso, entram muitos títulos que geraram expectativa alta, casos de Cyberpunk 2077, Resident Evil 6 e Enter The Matrix, entre outros. Esses nomes fazem parte de franquias famosas e os fãs correm para comprá-los na esperança de uma boa gameplay – que, em alguns casos, até vem após atualizações. Pensando nisso, o TechTudo separou 10 jogos considerados ruins segundo avaliações do Metacritic, mas acabaram vendendo muito.
Duke Nukem Forever levou mais de 15 anos em desenvolvimento e ainda conseguiu vender o bastante para lucrar — Foto: Divulgação/Gearbox Software Vale lembrar que, nesta matéria, levamos em consideração as avaliações do site Metacritic, conhecida plataforma que reúne análises de games de vários veículos da mídia especializada, e em alguns casos as notas de usuários, quando houve grande discrepância entre a opinião da imprensa e do público. No caso de games com múltiplas versões em diferentes consoles o Metacritic leva em consideração a média com o maior número de análises. Muitas vezes notas mais baixas ou mais altas em outras plataformas não significa uma diferença de qualidade, mas há casos em que isso acontece. Confira a seguir a lista completa.
10 jogos ruins que foram sucessos de vendas segundo o Metacritic
1. The Walking Dead: Survival Instinct (2013 - PS3, X360, WiiU, PC) [32]
Durante o auge da série de TV The Walking Dead, a Activision lançou um game baseado em personagens do programa, desenvolvido pela Terminal Reality. The Walking Dead: Survival Instinct era um jogo em primeira pessoa focado na história dos irmãos Daryl (Norman Reedus) e Merle Dixon (Michael Rooker) antes de eles chegarem a Atlanta, quando aparecem na série. Apesar de interessante em conceito, como ter que eliminar zumbis silenciosamente para não atrair mais deles, e dublagem dos atores originais, o jogo falhava bastante na execução.
Os gráficos eram fracos para a época, a gameplay era bastante quebrada, havia uma grande quantidade de bugs e a duração do jogo era bem curta (pouco mais de 5 horas), mesmo com missões que atrasavam seu progresso de propósito para aumentar a campanha. Apesar de sua nota atual 32 de 100 no Metacritic e nota 4,1 de 10 de usuários o jogo foi o terceiro mais vendido no Reino Unido em seu lançamento, alcançando entre 100 a 300 mil unidades vendidas antes de sua má fama alcançá-lo. The Walking Dead: Survival Instinct não é mais vendido atualmente e apenas está disponível em suas plataformas originais.
The Walking Dead: Survival Instinct foi um jogo feito para aproveitar o ápice da série de TV, mas de baixa qualidade — Foto: Divulgação/Activision 2. Kinect Adventures! (2010 - X360) [61]
Fruto de uma época em que a febre dos controles de movimento estava em seu ápice, Kinect Adventures! era um jogo que usava a câmera Kinect do Xbox 360 para captar movimentos e colocar jogadores no game. Desenvolvido pela Good Science Studio e Smoking Gun Interactive, publicado pela Microsoft Game Studios, o jogo trazia minigames, corridas de obstáculos e aventuras para jogar movendo seu corpo, sozinho ou em multiplayer. Kinect Adventures! não é um jogo tão ruim quanto outros da lista, mas ele era relativamente superficial e foi um pouco decepcionante por ser o game que acompanhava o Kinect, mostrando que talvez o periférico não pudesse fazer tanto quanto a Microsoft havia prometido.
A nota 61 de 100 no Metacritic é acompanhada pela dos usuários de 6,4 de 10 e mesmo com todos os problemas o jogo ainda vendeu mais de 24 milhões de cópias no total, tornando-o um dos títulos mais vendidos no console. Kinect Adventures! não é mais vendido atualmente e apenas funciona no Xbox 360 original com o Kinect, sem retrocompatibilidade com o Xbox One e Kinect 2.0.
Kinect Adventures! era um game para jogar usando seu corpo todo no Xbox 360 — Foto: Divulgação/Microsoft Game Studios 3. Aliens: Colonial Marines (2013 - PS3, X360, PC) [48]
Um caso bastante conhecido na indústria de games foi o de Aliens: Colonial Marines, desenvolvido pela Gearbox Software e publicado pela SEGA. Baseado na clássica séries de ficção científica o game de tiro FPS se passa após os eventos do segundo filme, "Aliens" de 1986, colocando os jogadores no papel de um grupo de fuzileiros espaciais em uma missão para investigar o que houve com a USS Sulaco. Nesta época a Gearbox Software parecia estar passando por problemas e Aliens: Colonial Marines teve um desenvolvimento longo e conturbado durante 6 anos. Quando foi lançado, o game tinha gráficos fracos e excesso de bugs, surpreendendo com inimigos que não pareciam saber o que fazer.
Anos mais tarde um jogador descobriu que era possível consertar a inteligência artificial dos inimigos corrigindo um mero erro de digitação no código, o que melhora bastante o game. Com nota 48 de 100 no Metacritic e 3,9 de 10 dos usuários, Aliens: Colonial Marines ainda assim foi um dos jogos mais vendidos da Sega no ano, vendendo mais de 1,31 milhão. Aliens: Colonial Marines está disponível para PC pela loja digital Steam em sua versão Aliens: Colonial Marines Collection por R$ 59,99.
Aliens: Colonial Marines foi lançado com visuais abaixo do esperado e muitos bugs na inteligência artificial dos inimigos — Foto: Divulgação/Sega Parte de uma história de decepções e redenção, No Man's Sky da Hello Games foi um jogo independente (indie) que surpreendeu em sua revelação com a proposta de oferecer um universo quase infinito para explorar com planetas gerados proceduralmente. Inicialmente exclusivo do PlayStation 4 (PS4) e PC, o game foi desenvolvido por uma equipe incrivelmente pequena de 15 pessoas e após quase 3 anos do anúncio que impressionou a todos, o lançamento acabou decepcionando. No Man's Sky foi lançado com alguns dos piores tipos de bugs, os que causam crashes aleatórios do game e fazem o usuário perder seu progresso. Porém o que mais desapontou jogadores foi o conteúdo do jogo em si com planetas monótonos, gameplay repetitiva e falta de conteúdos que haviam sido prometidos como facções alienígenas e multiplayer. Ainda assim o jogo vendeu mais de 1 milhão em seu lançamento.
A história de No Man's Sky no entanto não acabou aí e a produtora adicionou, e adiciona até hoje, quantidades absurdas de conteúdo até que o título superou as expectativas de quando foi revelado. Sua nota no Metacritic de 71 de 100 é um reflexo dessas mudanças, enquanto a nota 5,5 de 10 dos usuários ainda refletem muito da decepção do lançamento. Atualmente o game já ultrapassou 10 milhões de unidades vendidas. No Man's Sky está disponível para PlayStation 5 (PS5), PlayStation 4 (PS4) e Nintendo Switch por R$ 299,90, para Xbox One por R$ 222,45 e para PC pelas lojas digitais Steam por R$ 162 e GOG (GOG Galaxy) por R$ 129,99.
No Man's Sky teve um longo caminho de redenção até se tornar a épica aventura espacial que prometeu — Foto: Reprodução/Nintendo Game Store 5. Enter the Matrix (2003 - PS2, GC, Xbox, PC) [65]
Um dos games mais controversos de sua geração, Enter the Matrix desenvolvido pela Shiny Entertainment e publicado pela Infogrames era um jogo baseado na série de filmes "Matrix", mais precisamente entrelaçado com a história do segundo filme "Matrix Reloaded". Jogadores controlavam personagens como Niobe e Ghost, que são personagens secundários no filme, passando por eventos que se conectam com os da telona. Houve muita polêmica sobre o jogo não permitir controlar o protagonista da série, Neo (interpretado por Keanu Reeves), e havia muitas reclamações de bugs e gameplay muito superficial no game.
Enter The Matrix tentava fazer de tudo um pouco com trechos de tiroteios, artes marciais, perseguições de carro, com direito ao famoso efeito de câmera lenta dos filmes e os assustadores Agentes. O curioso é que o jogo é visto tanto em listas de piores games baseados em filmes quanto nas de melhores, pois muitos players na verdade gostaram do jogo, criando uma forte divisão. Nas primeiras seis semanas o game vendeu mais de 2,5 milhões de unidades e superou 5 milhões em seu total. A nota 65 de 100 do Metacritic se refere à versão Xbox, enquanto no PC o jogo tem uma performance pior e nota 58. Já a nota dos usuários é de 7,6 de 10, apesar de não haver uma grande quantidade de análises. Enter the Matrix não é mais vendido atualmente e apenas está disponível em suas plataformas originais.
Enter the Matrix dividiu os fãs do filme e acabou vendendo bastante apesar de muitos o considerarem um péssimo jogo — Foto: Divulgação/Infogrames 6. Resident Evil 6 (2012 - PS4, XB, SW, PS3, X360, PC) [67]
O game que foi um ponto de virada para a série Resident Evil da Capcom, o sexto capítulo da saga era um dos títulos mais esperados da época. Após Resident Evil 4 trazer mais ação para os jogos de terror com sua gameplay de tiro por cima do ombro, e Resident Evil 5 continuar nos mesmos moldes, Resident Evil 6 prometia o ápice da franquia. O jogo tinha 3 campanhas diferentes trazendo personagens como Leon S. Kennedy e Chris Redfield como protagonistas pela primeira vez ao mesmo tempo e até se enfrentando em lados opostos. O lançamento no entanto decepcionou pela série ter perdido completamente seus elementos de horror. Os antigos zumbis foram substituídos por inimigos que agora usavam armas de fogo, deixando o game puramente de ação, porém ainda um pouco superficial e com uma história não tão interessante fragmentada entre as 3 campanhas.
O game tem média 67 de 100 no Metacritic e nota 5,4 de 10 de usuários, porém a má recepção na época não impediu o jogo de vender 5 milhões nos primeiros meses e chegar a 10 milhões no total. Atualmente o público parece ter sido mais gentil com o game e alguns até acreditam que ele foi injustiçado. Resident Evil 6 está disponível para PlayStation 4 (PS4) por R$ 99,50, para Xbox One por R$ 156,69, para Nintendo Switch por R$ 83 e para PC pela loja digital Steam por R$ 69. O game é também jogável no PlayStation 5 (PS5), Xbox Series X e Xbox Series S através da retrocompatibilidade.
Resident Evil 6 prometia trazer o game mais incrível da franquia, mas desapontou com um game de ação superficial — Foto: Divulgação/Capcom 7. Cyberpunk 2077 (2020 - PS5, XBSX/S, SW2, PS4, XB, PC) [86]
Provavelmente o caso mais conhecido atualmente, Cyberpunk 2077 da produtora CD Projekt Red, conhecida por The Witcher 3: Wild Hunt, pegou usuários de surpresa com um péssimo lançamento após muitas promessas. O game de RPG e ação em primeira pessoa sobre o mercenário V tentando ganhar a vida em uma cidade futurista tinha grandes expectativas, mas usuários perceberam que a produtora sempre mostrava a versão PC e nunca as edições do PlayStation 4 (PS4) e Xbox One. No lançamento aconteceu o esperado, as versões para consoles estavam repletas de bugs, crashes, problemas de performance, um desastre do nível de carros atravessando o chão, sendo arremessados no ar por problemas de física ou pessoas desaparecendo no cenário nas ruas. O quanto o game estava quebrado no lançamento estava em um nível raramente visto nos consoles, a ponto de ele ter sido removido temporariamente da PS Store e outras lojas oferecerem reembolsos sem perguntas.
Por meio de atualizações o game consertou muitas coisas e a versão PC, que já não era tão problemática, tem média 86 de 100 no Metacritic, porém nota 7,2 de 10 dos usuários. Já as versões PS4 e Xbox One tem notas 57 e 61 de crítica, respectivamente. Surpreendentemente em meio a toda essa confusão o jogo ainda vendeu 13 milhões de cópias em seus primeiros 10 dias, historicamente um dos games a mais rápido atingir a marca. Cyberpunk 2077 está disponível para PlayStation 5 (PS5), Xbox Series X, Xbox Series S, PlayStation 4 (PS4) e Xbox One a partir de R$ 249 e para PC pelas lojas digitais Steam, Epic Games Store e GOG (GOG Galaxy) por R$ 199,90. Em 5 de junho o game será lançado para Nintendo Switch 2 em sua edição Cyberpunk 2077: Ultimate Edition por R$ 339,99.
Após um lançamento completamente conturbado Cyberpunk 2077 teve melhorias e se tornou um jogo bastante aclamado — Foto: Reprodução/Steam 8. Pokémon Scarlet e Violet (2022 - SW) [72 e 71]
Desenvolvido pela Game Freak e publicado pela Nintendo e The Pokémon Company, os games Pokémon Scarlet e Pokémon Violet para Nintendo Switch tiveram um conturbado lançamento para dizer o mínimo. O game prometia levar a série pela primeira vez para um esperado mundo aberto, permitindo que jogadores explorassem o mundo em busca de suas próprias aventuras como um estudante da Naranja ou Uva Academy, dependendo de sua versão. No entanto durante o desenvolvimento usuários perceberam que os gráfico do jogo estavam muito aquém ao que o Nintendo Switch era capaz de fazer, preocupações que se mostraram ainda mais relevantes no lançamento quando o game estava repleto de bugs e problemas de performance.
Pela primeira vez um título da série Pokémon era apresentado em um estado tão quebrado com crashes, travamentos, personagens caindo para fora do mapa, animações que distorciam os modelos dos protagonistas e mais. Atualizações posteriores deixaram o jogo mais estável, porém não resolveram problemas como baixa performance e os visuais fracos. A crítica não foi tão dura com os games, dando notas 72 e 71 de 100 para Pokémon Scarlet e Violet, respectivamente, mas a nota de usuários é de 3,9 e 4,1 de 10, apesar de muitos elogiarem a gameplay em seus bons momentos. O péssimo estado do game no lançamento não impediu que ele se tornasse o segundo mais vendido da franquia e um dos mais vendidos do Nintendo Switch, atingindo 10 milhões de cópias em apenas 3 dias. Pokémon Scarlet e Pokémon Violet estão disponíveis para Nintendo Switch por R$ 349 cada.
Pokémon Scarlet & Pokémon Violet foram lançados com visuais fracos e repletos de bugs, mas jogadores ainda abraçaram o game — Foto: Reprodução/The Official Pokémon YouTube channel 9. Shadow the Hedgehog (2005 - PS2, GC, Xbox) [45]
Na época do PlayStation 2 muitos games passaram por um processo de maturização instantânea tentando alcançar um público mais adulto ficando mais sombrios, como é o caso de Shadow the Hedgehog do SEGA Studios USA (antigo Sonic Team USA) e Sega. O famoso personagem rival de Sonic apresentado em Sonic Adventure 2 estrelou um game que se passava após os eventos de Sonic Heroes com Shadow sem memórias de seu passado e buscando por informações quando a Terra é invadida pelas forças do alienígena Black Doom. A maior polêmica na época foi que Shadow resolveu usar armas de fogo para lutar contra seus inimigos, podendo escolher se aliar à Black Doom, à força G.U.N. pela defesa da Terra ou ao Dr. Eggman, gerando diferentes finais.
A gameplay no entanto veio de uma época que os jogos de Sonic em 3D ainda tinham muitos problemas em conciliar velocidade e interação significativa do jogador. Há fases impressionantes para se correr, porém se o player precisar parar para enfrentar inimigos a jogabilidade não funciona tão bem. Para piorar, os inimigos de todas as facções atacam Shadow independente de seu alinhamento. O game tem nota 45 de 100 no Metacritic, mas 6,3 de 10 pelos usuários, dentre os quais alguns curtem a aventura e a importância do jogo na história de Shadow. O jogo acabou ultrapassando 2 milhões de copias vendidas. Shadow the Hedgehog não é mais vendido atualmente e apenas está disponível em suas plataformas originais.
Shadow the Hedgehog ficou marcado pelo personagem usando armas, desde pistolas e metralhadoras realistas até bazucas mais estilizadas — Foto: Divulgação/Sega 10. Duke Nukem Forever (2011 - PS3, X360, PC) [49]
A Gearbox Software, a mesma de Aliens: Colonial Marines, também ficou conhecida por outro game problemático com Duke Nukem Forever, publicado pela 2K Games. O jogo era uma tradicional aventura de tiro FPS como outros jogos do personagem, colocando Duke Nukem para dar fim à ameaça alienígena que invadiu a Terra de uma vez por todas, porém algo deu muito errado. O desenvolvimento do game começou ainda em 1996 pela 3D Realms que costumava fazer os jogos do herói, mas após o estúdio ter falhado em terminar o jogo até 2009 ele passou para a Gearbox Software. Duke Nukem Forever ficou conhecido como o game com o maior período de desenvolvimento já lançados, 15 anos, enquanto o título para jogos não lançados acabou sendo tomado por Beyond Good and Evil 2 da Ubisoft.
Quando o game finalmente chegou às mãos dos jogadores todo esse tempo em desenvolvimento se traduziu em um produto datado com gráficos abaixo do padrão dos consoles, uma gameplay mediana e conceitos que já estavam bastante batidos na indústria. O game tem média 49 de 100 no Metacritic e nota 4,6 de 10 dos usuários, concordando que o jogo realmente não agradou. Apesar disso ele ainda vendeu 2 milhões e surpreendentemente acabou gerando lucro para a produtora. Duke Nukem Forever está disponível em sua versão para Xbox 360 por R$ 99, jogável no Xbox Series X, Xbox Series S e Xbox One através da retrocompatibilidade, e para PC pela loja digital Steam por R$ 29,99.
Após 15 anos Duke Nukem Forever apresentou um game de ação mediano com gráficos e gameplay datados — Foto: Divulgação/Gearbox Software Com informações de CBR, DualShockers, GG Deals, IGN (1, 2, 3, 4 e 5), How Long to Beat, Aliens Wiki, Steam (1, 2 e 3), Levvvel, Bits 'N Pixels, Matrix Fandom, Game Spot, Game Trailers, Sonic Fandom, Duke Nukem Fandom, Microsoft Store
3 dicas para economizar na hora de comprar jogos!

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7 meses atrás
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