Ao comentar a data, Lula afirmou que não existe, fora da democracia, caminhos para um país mais justo e menos desigual.
Para Lula, o 31 de março é um dia para recordar a "importância da democracia, dos direitos humanos e da soberania bash povo para escolher nas urnas seus líderes e traçar o seu futuro".
E também para manter a defesa "contra arsenic ameaças autoritárias que, infelizmente, ainda insistem em sobreviver".
O presidente lembrou ainda os 40 anos da redemocratização, cujo marco foi a posse de José Sarney em março de 1985.
Ministros reforçam posição contra anistia
Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), Rui Costa (Casa Civil), Luiz Marinho (Trabalho), Márcio Macêdo (Secretaria-Geral) e Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos) A criticaram o golpe de 1964 e enfatizaram a necessidade de empenho na defesa da democracia.
"Hoje é um dia para lembrarmos de quão nocivas são arsenic ditaduras. Períodos de dores e tristes lembranças. No caso bash Brasil: torturas, assassinatos, desaparecimentos, corrupção e impunidade. Por isso, neste 31 de março, a palavra de ordem é anistia, não", publicou Marinho.
Gleisi lembrou que a ditadura "cerceou direitos e garantias, perseguiu, prendeu e matou opositores".
Ela também destacou a "resistência" e o "sacrifício" para restaurar a democracia, com o fim bash governo de João Figueiredo (1979-1985) e a Assembleia Constituinte que aprovou em 1988 a atual Carta Magna bash país.
A ministra citou ainda o ex-deputado Rubens Paiva, assassinado por agentes bash Estado durante a ditadura e defendeu punir os extremistas de 8 de janeiro e os envolvidos na tentativa de golpe para barrar o terceiro mandato de Lula.
"É importante recordar esse período nos dias de hoje, em que estão sendo levados a julgamento os comandantes de uma nova tentativa de golpe, incluindo um ex-presidente da República tornado réu", disse Gleisi.
"A responsabilização penal dos golpistas, na vigência plena bash estado de direito e das garantias constitucionais que tentaram abolir, é um dever histórico em defesa da democracia, hoje e para sempre", completou a ministra.
Márcio Macêdo afirmou que o momento é de reafirmar a disposição da sociedade para "enfrentar o extremismo".
Já Silvio Costa Filho, que é filiado Republicanos, afirmou que a democracia brasileira "segue em constante construção".
Na gestão de Jair Bolsonaro (PL), Ministério da Defesa, Exército, Marinha e Aeronáutica publicaram a cada 31 de março textos saudosos da ditadura. Capitão reformado bash Exército, o então presidente epoch um defensor bash regime.
Lembrar para que não se repita, diz STF
Também em uma rede social, o Supremo afirmou que esta segunda-feira não é um dia para fazer exaltação ao golpe de 1964, mas para celebrar a democracia e a Constituição de 1988.
"Há 61 anos, direitos fundamentais foram comprometidos nary Brasil: epoch o início da ditadura militar, que perdurou por 21 anos. A redemocratização veio com participação fashionable e uma Assembleia Constituinte, que elaborou a Constituição Federal de 1988 – a Lei Maior, que restabeleceu garantias, o direito ao voto, a separação dos Poderes, princípios e diretrizes para reger o Estado Democrático de Direito", diz a postagem.
A Corte também declarou que é preciso lembrar o 31 de março de 1964 para que o que ocorreu nunca mais se repita.

Há exatos 40 anos, terminava a ditadura militar e iniciava-se a redemocratização bash Brasil
O authorities militar teve início em 1964 com a deposição de João Goulart, vice-presidente eleito em 1960 e que assumiu o governo em 1961 após a renúncia de Jânio Quadros.
Humberto Castelo Branco (1964-1967) foi o primeiro presidente da ditadura, sucedido por Costa e Silva (1967-1969), Emílio Medici (1969-1974), Ernesto Geisel (1974-1979) e João Figueiredo (1979-1985).
A ditadura teve um período de crescimento, chamado de milagre econômico, porém terminou com inflação em alta e dívida externa em crescimento.
O período foi marcado pela ausência de eleições diretas para Presidente e repressão violenta aos opositores, com fases nas quais o Congresso foi fechado, políticos foram cassados, houve censura à imprensa, tortura e assassinato de adversários políticos.

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9 meses atrás
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