O episódio da tornozeleira expôs a propensão de Jair Bolsonaro a atravessar surtos de paranóia. Ele estaria fuçando o aparelho porque suspeitava que lá houvesse um dispositivo de escuta.
Seus aliados surpreenderam-se. Tudo bem, mas a paranóia de Bolsonaro está nas livrarias desde 2020, quando a repórter Taís Oyama publicou o livro "Tormenta". Ela contou alguns episódios do início do governo do ex-capitão.
Bebendo água de coco na piscina do Alvorada, lugar onde se sentia livre de escutas, Bolsonaro revelou que temia um ataque de drones.
O presidente temia ser traído pelo vice, Hamilton Mourão.
Certo quem estava era o general Augusto Heleno quando disse (e foi gravado): "É um despreparado".
O RISCO RAMAGEM
A fuga do ex-chefe da Agência Brasileira de Inteligência para os Estados Unidos obrigou o que resta da comunidade de informações a calcular o prejuízo decorrente do gesto. Nunca será demais lembrar que o chefe da Abin durante o governo de um ex-capitão do Exército que se cercou de militares aninhou-se alhures levando consigo uns poucos segredos.
AS FAROFAS DE VORCARO
O banqueiro Daniel Vorcaro poderia contar as intenções e os efeitos das farofas que financiou. Noves fora seus contratos de consultoria de petistas ilustres, Vorcaro tinha um fraco por eventos. Em 2014, ele teria pago R$ 1 milhão por uma farofa em Londres, enfeitada por quatro ministros do Supremo Tribunal Federal e pelo ex-primeiro-ministro Tony Blair, que adora uma boquinha.

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52 minutos atrás
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