O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, não gostou da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, atropelando seu colega Rodrigo Pacheco, e jogou uma pauta-bomba na direção do Planalto.
O Senado pode rejeitar a indicação de Messias, é o jogo jogado, mas não é razoável que uma indicação para o Supremo Tribunal Federal seja detonada porque um senador foi preterido e o presidente da Casa zangou-se.
O doutor queria fulminar Messias com uma iminente sessão relâmpago, mas foi driblado pelo Planalto, que segurou o ofício da nomeação e ganhou tempo.
MP EM CHAMAS
O governador Cláudio Castro deve repensar sua relação com o Ministério Público do Rio. Lá grassa uma contrariedade que daqui a pouco irá para a rua.
Em outubro, um dia antes da matança da Penha, o Superior Tribunal de Justiça derrubou a liminar obtida por Cláudio Castro em benefício da refinaria de Manguinhos, leia-se Refit. As relações de Castro com a refinaria envenenaram seu trato com uma banda da Procuradoria.
O Ministério Público do Rio foi esquecido na quarta-feira, quando a Polícia Federal, a Receita e outras procuradorias saíram atrás dos malfeitos da refinaria de sonegações da Refit.
O BERÇO DO CAPITALISMO
Saiu nos Estados Unidos um livro intrigante. É "Capitalism, a Global History", do historiador Sven Beckert, da Universidade Harvard. Ele data a origem desse fenômeno econômico e cultural em torno do ano 1150. Em Florença? Bruges? Amsterdam? Nada disso, o berço do capitalismo estaria na cidade portuária de Aden, que hoje faz parte do Iêmen, um dos países mais pobres do mundo.
A esse tempo, o comércio da Arábia com a África, Índia e China vivia um período de esplendor, enquanto a Europa estava metida nas superstições da Segunda Cruzada, que foi batida pelos infiéis. Cinco séculos depois, o capitalismo avançou, com o açúcar do Caribe e a prata boliviana de Potosi. Isso e mais e reinvenção da escravatura. No mínimo, Beckert ensina que países andam para trás.
PURA SUSPEITA
Astrólogos metidos em interpretações diplomáticas suspeitam que, em sua conversa com Lula, o presidente americano Donald Trump tratou especificamente da Venezuela e Lula respondeu genericamente, condenando uma intervenção, e só.

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52 minutos atrás
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