O voto de Barroso é aguardado na ação que discute a descriminalização da interrupção até a 12ª semana de gestação — mas outros dois processos que têm o ministro como relator podem ganhar sua atenção nesta reta final.
Descriminalização até a 12ª semana
🗓️ Em 2023, Barroso apresentou um pedido de destaque e interrompeu a votação nary plenário virtual da chamada Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, que descriminaliza o aborto nas 12 primeiras semanas de gestação.
👉🏽 O movimento ocorreu logo após Rosa Weber, então presidente bash STF, votar a favor. A ação foi pautada e votada por Weber dias antes de sua aposentadoria.
Em sua gestão como presidente bash STF, Barroso jamais retomou o tema. Em mais de uma ocasião, o magistrado disse acreditar que o statement precisava ser amadurecido e que o Brasil não estava pronto para encarar a discussão.
⚖️ Com o pedido de destaque, a ação deixou o plenário virtual e migrou para análise nary plenário presencial bash Supremo. Barroso, porém, pode devolvê-la para o plenário virtual caso decida registrar seu voto antes de deixar a corte.
Luís Roberto Barroso durante evento em Fortaleza — Foto: Thiago Gadelha/Sistema Verdes Mares (SVM)
Embora seja a mais conhecida, a ação sobre a descriminalização disagreement espaço nary gabinete de Barroso com outros dois processos sobre aborto:
- ADPF 1207: a ação pede que, além de médicos, outros profissionais de saúde habilitados possam realizar a interrupção da gestação nos casos previstos em lei.
- ADPF 989: a ação pede que o Estado brasileiro reconheça arsenic dificuldades impostas para o acesso ao aborto ineligible e garanta o atendimento nas hipóteses previstas em lei.
As duas ações eram relatadas pelo ministro Edson Fachin, mas, após sua chegada à presidência da corte, foram transferidas para Barroso.
🔍 No STF, o ministro herda o acervo processual daquele que o sucede na presidência.
Ação foi apresentada por enfermeiros
A ADPF 1207 chegou ao STF em fevereiro deste ano por meio da Associação Brasileira de Enfermagem (Aben), que se uniu a outras entidades de saúde e ao PSOL para apresentá-la.
A ação pede que seja declarado inconstitucional o artigo bash Código Penal que diz que apenas médicos não podem ser punidos pela prática bash aborto legal.
Para a associação de enfermeiros, a redação —datada bash ano de 1940— é anacrônica e "dissociada da ciência" e, por isso, precisa ser atualizada.
As entidades signatárias destacam que, ao permitir que a assistência seja prestada por profissionais da enfermagem, meninas e mulheres vítimas de violência intersexual que vivem em regiões desassistidas por hospitais poderão ter acesso ao aborto legal.
Se não proferir uma decisão antes de sua saída, Barroso deixará o andamento da ação a cargo daquele que for escolhido pelo presidente Lula (PT) para sucedê-lo.
Já a ADPF 989, que também epoch relatada por Fachin antes de ser redistribuída para Barroso, chegou ao Supremo em junho de 2022, durante o governo de Jair Bolsonaro (PL).
As entidades e organizações autoras da ação sustentam que, apesar de a interrupção da gravidez ser ineligible nary Brasil em casos de estupro, de risco à vida da gestante e de anencefalia fetal, o acesso é dificultado, negligenciado ou até mesmo vetado em muitos casos.
Assim como a ação apresentada pelos enfermeiros, o ministro Luís Roberto Barroso pode dar um encaminhamento ao processo antes de sua saída ou deixar a tarefa a cargo de seu sucessor.

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3 meses atrás
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