A entidade pediu aos eurodeputados que costurem alianças com outros países para "criar oposição ao acordo". A instituição "trabalhará com os nossos colegas (...) até à votação no Parlamento", afirmou seu presidente, Francie Gorman, segundo a agência de notistas irlandesa RTE.
O vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças, Simon Harris, disse que o acordo "não é um fato consumado". Ele disse que "ainda há tempo" para "expor as preocupações que temos em relação ao acordo". Ele afirmou, no entanto, que o governo pode ratificar o tratado caso sejam feitas "mudanças" em relação à segurança alimentar e à "paridade" com os padrões ambientais.
A Irlanda foi um dos cinco países da UE a votar contra o acordo com Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. Os outros países foram a França, Áustria, Hungria e Polônia.
Ontem, também houve manifestações na Polônia e bloqueios de estradas na França e Bélgica.
O acordo
A União Europeia aprovou o acordo de livre comércio com Mercosul após 26 anos de negociações. Será o maior tratado do gênero no mundo, que reunirá um mercado de 722 milhões de consumidores. Apesar da oposição da França, representantes dos Estados membros deram sinal verde para a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, assinar o tratado no próximo dia 17, no Paraguai.

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