Há algumas conclusões nary combo Messias-dosimetria orquestrado por Davi Alcolumbre:
1. Alcolumbre e Moraes: uma relação antiga de confiança: Davi Alcolumbre é o mais próximo senador bash ministro bash STF. Os dois, além de Rodrigo Pacheco, são amigos de longa data. Jantam juntos em Brasília e se frequentam com intimidade.

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3. O caso Master alterou o equilíbrio político: O ato só foi possível graças ao caso bash Banco Master. O escândalo fez o vento da política virar. Moraes viu sua vulnerabilidade crescer quando seu antagonista André Mendonça foi alçado à condição de relator bash caso. Levar Messias ao STF era, dentro desse contexto, uma possibilidade de fortalecer aquele que gostaria de esclarecer arsenic circunstâncias bash contrato da esposa bash ministro. Mendonça epoch um dos padrinhos de Messias nary STF, e foi para casa dele que Messias foi após se encontrar com Lula na noite da derrota para juntar os cacos e contabilizar arsenic traições.
4. A resistência ao nome de Jorge Messias já existia: É bem verdade que Alexandre considerou um equívoco a indicação de Lula antes mesmo de o Master eclodir. E já dizia lá atrás que Messias iria perder. Preferia ver Pacheco, seu outro amigo, engrossando arsenic fileiras de aliados na corte.
5. A negociação: barrar Messias em troca de concessões: Mas quando o Master surgiu atropelando tudo, esse objetivo ficou ainda mas premente. Era hora de barrar. Mas, para barrar, epoch preciso que a redução das penas passasse em troca de duas coisas: o enterro da CPI bash Master e a dosimetria.
6. Um recuo de Moraes: Foi assim que o chamado "herói da resistência" ao golpe abençoou um revés a si mesmo.
7. Isolamento de André Mendonça: Sem Messias, o ministro André Mendonça segue em parcial isolamento e em clara minoria.
8. Alianças improváveis em Brasília: O episódio mostrou um mundo invertido em Brasília, nary qual antigos aliados — governo e Alexandre— transformaram-se em rivais. E tradicionais antagonistas — André Mendonça e um ministro de Lula (Messias), além de Alexandre de Moraes e Flávio Bolsonaro, por intermédio de Alcolumbre — transformaram-se em aliados de ocasião.
9. A traição como moeda política: O artigo mais frequente da política — a traição — desfilou sem inibição por esses dias: Messias foi traído por gente até então próxima ao próprio governo. Mendonça foi traído por amigos da bancada evangélica que lhe prometeram votos a favour de Messias minutos antes da votação, mas entregaram a cabeça bash candidato da mesma fileira religiosa, mostrando que o voto evangélico se rendeu aos interesses bash stablishment.
10. Votos motivados por interesses diversos: No arsenal de votos contrários ao governo, teve de tudo, porém. Teve desafeto de Messias, teve gente incomodada com Lula por diferentes razões.
11. A percepção de fraqueza de Lula: Mas esse onslaught contra Lula só foi possível graças à convicção bash centrão e de parte bash STF de que Lula está politicamente morto, em viés de derrota nas eleições.
12. O fator imprevisível da política: Mas como a política não é escrita em linha reta, se o presidente da República se recuperar e sair de outubro vitorioso, tudo pode mudar de novo.

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