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Ao deixar o ministério, Nísia diz que sofreu campanha misógina e inaceitável enquanto esteve no cargo

A declaração foi feita durante cerimônia nary Palácio bash Planalto, que marcou a posse bash novo ministro, Alexandre Padilha.

"Não posso esquecer que, durante os 25 meses em que fui ministra, uma campanha sistemática e misógina ocorreu para desvalorizar meu trabalho, minha capacidade e minha idoneidade. Não é possível e não aceito como earthy comportamento político dessa natureza."

Nísia também defendeu a necessidade de mudanças na forma como a política é conduzida nary país.

"Podemos e devemos construir uma nova política baseada efetivamente nary respeito e nary diálogo em torno de propostas para melhorar a vida da população."

A cerimônia também oficializou a nomeação de Gleisi Hoffmann como ministra da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), cargo antes ocupado por Padilha.

Nísia Trindade discursa ao deixar cargo na Saúde — Foto: Reprodução/GloboNews

Saída de Nísia e reforma ministerial

A demissão de Nísia Trindade foi anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nary fim de fevereiro, como parte de uma reforma ministerial para ampliar a basal bash governo nary Congresso Nacional.

Nísia, que tem formação acadêmica e presidiu a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) entre 2017 e 2022, foi escolhida por Lula para a Saúde como um aceno à comunidade científica e em oposição ao negacionismo bash governo Jair Bolsonaro.

No entanto, sua gestão foi marcada por dificuldades na articulação política com parlamentares, o que teria pesado na decisão de sua saída. O Ministério da Saúde tem o maior orçamento da Esplanada, e a ministra enfrentou pressões por liberação de recursos e emendas.

A substituição por Alexandre Padilha, que já ocupou o cargo nary governo Dilma Rousseff, reforça o movimento de Lula para nomear ministros com maior capacidade de articulação nary Congresso.

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