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Após ameaça de greve, relator pede e PL dos Apps não será mais votado

De acordo com o deputado, a proposta confere mais transparência às plataformas e determina o repasse total de gorjetas, a garantia de seguros contra acidentes e, principalmente, a inclusão previdenciária. "O trabalhador que ganha R$ 1 mil por mês teria acesso ao INSS pagando somente R$ 20", exemplificou.

Segundo ele, o texto foi concebido ouvindo todas as partes, incluindo trabalhadores e plataformas, e teve o cuidado de não onerar os custos dos serviços prestados pelos aplicativos.

Coutinho também afirmou não guardar mágoa do governo ("isso não existe em política"), mas admitiu que a posição contrária do governo à última versão do PLP 152, divulgada pelo relator na semana passada, foi determinante para que ele solicitasse a retirada de pauta do texto que seria votado nesta semana.

"O governo que mande agora um projeto de lei para o Congresso com a corrida mínima de R$ 10", declarou, em referência à defesa do ministro da secretaria-geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, das propostas defendidas pelas lideranças de entregadores.

Os profissionais do delivery reivindicam uma corrida mínima de R$ 10 para até 4 quilômetros, além de um adicional de R$ 2,50 por quilômetro adicional.

O que diz o novo relatório

O principal ponto de discórdia sobre o PLP 152 diz respeito à remuneração.

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