Os deputados estaduais gaúchos aprovaram nesta terça-feira (18) um projeto de lei que reajusta o piso do magistério estadual em 6,27%. O texto, de autoria do Executivo, foi acatado por unanimidade na primeira sessão deliberativa da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul no ano, e agora segue para sanção do governador Eduardo Leite (PSDB).
Continue sua leitura, escolha seu plano agora!
Os deputados estaduais gaúchos aprovaram nesta terça-feira (18) um projeto de lei que reajusta o piso do magistério estadual em 6,27%. O texto, de autoria do Executivo, foi acatado por unanimidade na primeira sessão deliberativa da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul no ano, e agora segue para sanção do governador Eduardo Leite (PSDB).
Pelo projeto, o piso do magistério passa dos atuais R$ 4.580,59 para R$ 4.867,79, com impacto fiscal estimado em R$ 437 milhões ao ano para o Estado. Questionada pela reportagem, a Casa Civil não informou o número de servidores beneficiados.
Uma emenda ao projeto foi protocolada pela bancada de oposição ao governo Leite, mas acabou sendo barrada após a aprovação, por 37 votos a 12, de um requerimento de preferência para votação direta do texto original do governo.
Na emenda estava proposto que a parcela de irredutibilidade não seja absorvida pelo reajuste, ao contrário do que indica a matéria do Executivo, e que se aplique sobre os adicionais e parcelas autônoma. Ela também aponta para que os aumentos contemplem os professores inativos e pensionistas sem direito à paridade e os servidores de escola.
O impacto fiscal anual estimado pela emenda era de R$ 215 milhões a mais ao projeto base, ou seja, chegaria a R$ 652 milhões, se fosse aprovada.
Em suma, o que a emenda propunha era que o reajuste fosse para a remuneração dos professores, em vez do subsídio mensal, como o projeto do governo indicou, além de aumentar o número de servidores contemplados. Ou seja, pelo texto base, aqueles inclusos na parcela de irredutibilidade e com parcela autônomas receberão um reajuste inferior aos 6,27% no total recebido por mês.
Um levantamento realizado pela bancada do PT apontou para cerca de 57,5 mil servidores que seriam impactados pela emenda, sendo 20,5 mil professores que ainda têm parcela de irredutibilidade, 10 mil professores que não possuem paridade e 27 mil servidores de escola.
Durante a discussão do projeto, integrantes do Cpers Sindicato pediram a aprovação da emenda.
“Muitos aposentados e aposentadas dos mais diferentes locais do Rio Grande do Sul que mais uma vez vêm aqui pedir a boa vontade por parte do governo para que atenda o pedido dessa categoria, que o seu poder de compra é cada vez menor”, disse a presidente do Cpers, Rosane Teresinha Zan.
Por outro lado, o líder do governo Eduardo Leite na Assembleia, deputado Frederico Antunes (PP), afirmou que a iniciativa do Executivo é cumprir a lei do piso nacional do magistério, que recentemente foi reajustado pelo Palácio do Planalto no mesmo índice de 6,27%.
“Estamos fazendo aquilo que é, inclusive, uma obrigação, que é o cumprimento de lei. Hoje nós estamos cumprindo mais uma meta para alcançar os objetivos de recuperar as condições, a musculatura, a qualidade do aprendizado e da educação no estado do Rio Grande do Sul”, disse o líder do governo.

German (DE)
English (US)
Spanish (ES)
French (FR)
Hindi (IN)
Italian (IT)
Portuguese (BR)
Russian (RU) 




:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/l/g/UvNZinRh2puy1SCdeg8w/cb1b14f2-970b-4f5c-a175-75a6c34ef729.jpg)










Comentários
Aproveite ao máximo as notícias fazendo login
Entrar Registro