Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo concluíram que o atentado a tiros contra o ex-prefeito Taboão da Serra, José Aprígio da Silva (Podemos), na campanha de 2024, foi forjado. As autoridades afirmam que o crime foi encenado para dar projeção à campanha de reeleição.
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Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo concluíram que o atentado a tiros contra o ex-prefeito Taboão da Serra, José Aprígio da Silva (Podemos), na campanha de 2024, foi forjado. As autoridades afirmam que o crime foi encenado para dar projeção à campanha de reeleição.
A investigação aponta que aliados de José Aprígio queriam uma "vantagem eleitoral" e planejaram o atentado para comover os eleitores. Ele não conseguiu se reeleger.
O ex-prefeito é investigado por suspeita de participação no plano. O sobrinho do prefeito, Christian Lima Silva, e três secretários municipais na sua gestão - José Vanderlei (Transportes), Ricardo Rezende (Obras) e Valdemar Aprígio (Manutenção) - também são alvos do inquérito.
Segundo o Ministério Público, há "indícios razoáveis" de que os aliados do prefeito estão envolvidos em um "crime grave cujas impressões iniciais apontam para a hediondez" e que causou "grande comoção e medo na comunidade local, além da possibilidade de influir diretamente na eleição municipal".
A Polícia Civil e a Promotoria de Justiça de Taboão da Serra deflagraram ontem a Operação Fato Oculto para aprofundar a investigação. Foram apreendidos celulares, computadores, dinheiro e armas. A Justiça de São Paulo também determinou duas prisões - de Anderson da Silva Moura, o "Gordão", e de Clovis Reis de Oliveira. Eles teriam feito a ponte entre a equipe do então prefeito e o atirador.
José Aprígio foi atingido na clavícula por um tiro de fuzil. O disparo perfurou o vidro do carro blindado da prefeitura, um Jeep Renegade preto, na rodovia Régis Bittencourt, a BR-116. Vídeos gravados pela equipe do prefeito foram divulgados nas redes sociais.
O atirador, Gilmar de Jesus Santos, está preso desde outubro. Odair Júnior de Santana, que dirigiu o carro usado no falso atentado, é considerado foragido.
A reportagem não conseguiu contato com o ex-prefeito e demais citados até a publicação.

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