Em São Paulo, casa noturna foi uma das precursoras há mais de 20 anos ao trazer "jeitão do campo" para cidade. A Villa Country surgiu em um contexto de forte crescimento da música sertaneja. "Não havia um espaço que traduzisse de verdade esse universo. Existiam casas noturnas e bares, mas faltava um lugar com identidade, grandioso e temático", explica o sócio-diretor do Grupo São Paulo Eventos, Marco Antônio Tobal Jr.
Villa é considerado "espaço de imersão cultural e celebração da música sertaneja", diz sócio-diretor. "Desde o início, a ideia foi unir experiência, entretenimento e tradição em um único lugar. Se no passado recebíamos principalmente artistas ligados ao sertanejo raiz e ao country, hoje o Villa acompanha a evolução do gênero e abre palco também para as novas gerações, refletindo as transformações do mercado musical. O que não mudou foi a essência: ser a casa do sertanejo no Brasil, referência e ponto de encontro de fãs, artistas e amantes do estilo", observou Tobal Jr.
Casa noturna é inspirada nas fazendas do interior dos EUA. Essa atmosfera, segundo o sócio-diretor, está em cada detalhe da decoração: desde as réplicas de celeiros, madeira de demolição, rodas de carroça, até lustres importados e peças autênticas que foram garimpadas no Texas e trazidas especialmente para compor o ambiente.
Entrar no Villa Country é como atravessar um portal para o velho oeste em plena São Paulo. Logo na chegada, o visitante encontra a Praça do Cavalo, com um bar em formato de ferradura e a estátua de montaria em bronze em tamanho real. O coração do espaço é o Saloon, inspirado nos lendários saloons americanos, com madeira de demolição, varandas internas, lustres imponentes e uma acústica planejada para receber apresentações históricas do sertanejo e do country. Seguindo o caminho, tem a Praça Sertaneja, com um chafariz central que se ilumina à noite e recebe shows intimistas.
Marco Antônio Tobal Jr, sócio-diretor do Grupo São Paulo Eventos, em e-mail ao UOL
Espaço em São Paulo recebe uma média de 6.000 pessoas por semana. O número leva em conta o público que frequenta as baladas, shows e ainda o restaurante John Wayne, que funciona independente da casa noturna. A empresa não detalhou ao UOL a evolução do faturamento ao longo desses anos.
O público também mudou muito. No início, era um grupo mais segmentado, ligado a quem já vivia o estilo sertanejo e a cultura country. Hoje, recebemos uma mistura de gerações: jovens que chegam atraídos pelos artistas que explodem no streaming, famílias que acompanham o gênero desde os anos 90 e um público fiel que cresceu junto com a casa. O Villa deixou de ser apenas uma balada e se consolidou como um destino cultural e turístico da cidade, frequentado por quem quer viver essa experiência única.
Marco Antônio Tobal Jr

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2 meses atrás
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