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BC questiona TCU por determinar inspeção após liquidação do Banco Master

TCU tenta livra o Banco Master da liquidação determinada pelo BC. Ontem, o ministro Jhonatan de Jesus determinou "máxima urgência" para a realização de uma inspeção no Banco Central sobre a liquidação do Master. Sem mencionar se a medida seria uma tentativa de reverter a liquidação do banco, ele diz não descartar a possibilidade de medida cautelar contra a decisão do BC.

Operações de risco

Entrave que resultou na liquidação do Master foi originado com ofertas atrativas de CDBs. O Master atraiu investidores ao oferecer títulos com retornos de até 140% do CDI. A taxa supera em 40 pontos percentuais o índice de referência oferecido pelos CDBs (Certificado de Depósito Bancário), que normalmente são atrelados à taxa básica de juros, a Selic.

Modelo expandiu a carteira de ativos do Master nos últimos anos. Com as ofertas agressivas, a carteira em depósitos de CDB do Master saltou de R$ 2,5 bilhões para mais de R$ 40 bilhões desde 2019. Com as operações consideradas de alto risco, o banco passou a enfrentar dificuldades para manter suas operações.

Carteira de ativos do Master colocou o Fundo Garantidor em alerta. O total de ativos administrados pelo Master passou a representar 40% da liquidez total do FGC (Fundo Garantidor de Crédito). O sistema de segurança criado em 1995 tem o objetivo de proteger investidores e garantir a solidez do sistema financeiro.

Fundo de segurança é mantido pelas instituições financeiras. Para manter a sustentação do FGC, os agentes do mercado financeiro destinam 0,01% do dinheiro aplicado por seus investidores. Os depósitos garantem o pagamento de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ em caso de falência, liquidação ou intervenção de instituições financeiras.

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