O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), barrou nesta segunda-feira (19) seis perguntas da defesa de Jair Bolsonaro (PL) para a perícia médica à qual o ex-presidente será submetido.
De acordo com o relator da trama golpista, as questões "transbordam do objeto pericial, tendo em vista que demandam análise subjetiva da legislação, incabível à perícia médica". Os advogados indicaram mais de 40 quesitos.
As perguntas vetadas abordam a prisão domiciliar. "O paciente [Bolsonaro] necessita de infraestrutura de saúde domiciliar complexa e contínua (uso de dispositivos, controle clínico frequente, suporte nutricional, prevenção de quedas, acesso hospitalar imediato), o que seria viável apenas em ambiente extra-hospitalar e domiciliar adequadamente estruturado?", questiona uma delas.
A realização da perícia foi determinada por Moraes para que o ministro decida sobre a manutenção do ex-presidente na Papudinha, como é conhecida a unidade da Polícia Militar que integra o Complexo Penitenciário da Papuda, ou sua transferência para um hospital penitenciário.

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