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Boletim médico confirma previsão de alta de Bolsonaro para sexta-feira (27)

O boletim médico de Jair Bolsonaro (PL), 71, confirmou nesta quinta-feira (26) que o ex-presidente deve ter alta hospitalar na sexta (27). Ele está internado com um quadro de broncopneumonia bacteriana nos dois pulmões desde 13 de março.

Segundo o comunicado do hospital DF Star, Bolsonaro encontra-se sem sinais de infecção aguda e com boa evolução clínica. "Deverá permanecer em vigilância clínica pelas próximas 24 horas, com previsão de alta hospitalar no dia 27 de março."

A previsão de alta do ex-presidente já havia sido informada pelo médico Brasil Caiado em entrevista a jornalistas na quarta (25).

O cardiologista afirmou que um exame de raio-X feito na terça (24) mostrou que o pulmão direito de Bolsonaro está "praticamente" normal, enquanto o esquerdo ainda tem uma "lesão residual", que já era esperada pela gravidade da doença.

De acordo com Caiado, a fase aguda da pneumonia passou e agora está no chamado período de convalescença, quando o organismo se recupera. Disse que a cura total da pneumonia pode levar de três a seis meses.

"Só [não terá alta hospitalar] se houver alguma intercorrência, mas, particularmente, acredito que não", disse.

"Agora vão ser mecanismos de fisioterapia intensa. Nós já combinamos com o fisioterapeuta, a partir da alta, para que seja feito todo o tratamento em casa, disciplinado, com a rotina e uma prescrição precisa. Nutricionistas também. Todos já numa programação de transição para casa", declarou.

Brasília Hoje

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Após deixar a unidade de saúde, Bolsonaro seguirá para sua casa, no condomínio Solar de Brasília, no Jardim Botânico, onde continuará cumprindo pena de 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.

A medida foi autorizada na terça pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), por um prazo inicial de 90 dias. Durante o período, Bolsonaro terá de usar tornozeleira eletrônica e ficará proibido de usar as redes sociais ou de gravar áudios ou vídeos.

Transcorridos os três meses, "será reanalisada a presença dos requisitos necessários para a manutenção da prisão domiciliar humanitária, inclusive com perícia médica se houver necessidade".

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