Ao rebater uma declaração de Ricardo Nunes (MDB) de que não teria condição nem de administrar um carrinho de cachorro-quente, Guilherme Boulos (PSOL) repetiu uma metáfora usada por Luiz Inácio Lula da Silva ao sofrer crítica semelhante há 30 anos.
Na eleição de 1994, o então candidato a presidente Orestes Quércia (MDB) disse que o petista, que tentava pela segunda vez chegar ao Palácio do Planalto, nunca havia dirigido "nem um carrinho de pipoca".
"É verdade, mas também nunca roubei a pipoca", rebateu Lula na ocasião.
Boulos, no debate Folha/UOL desta segunda-feira (30), ecoou a resposta do hoje presidente, seu padrinho político.
"Eu fico imaginando um carrinho de cachorro-quente gerido por você [Nunes], o cachorro-quente iria custar uns R$ 300, porque a salsicha seria superfaturada como as obras emergenciais", disse.

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