Dando mais um passo na construção do orçamento de 2026, os vereadores aprovaram a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026 na tarde desta segunda-feira (06). Com posição favorável da base e contrária da oposição, a proposta prevê R$ 13,6 bilhões em receitas e despesas. Os gastos do próximo ano serão detalhados na Lei Orçamentária Anual, que deve ser protocolada até o fim de outubro.
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Dando mais um passo na construção do orçamento de 2026, os vereadores aprovaram a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026 na tarde desta segunda-feira (06). Com posição favorável da base e contrária da oposição, a proposta prevê R$ 13,6 bilhões em receitas e despesas. Os gastos do próximo ano serão detalhados na Lei Orçamentária Anual, que deve ser protocolada até o fim de outubro.
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O projeto recebeu mais de 60 emendas, a maioria protocolada pela oposição e rejeitada em plenário. Um dos adendos recusados pelos parlamentares previa um reajuste anual aos servidores municipais assegurado no orçamento.
Entre as sete emendas aprovadas, a maioria apenas reafirmava tópicos já aprovados no Plano Plurianual, como a criação do Ambulatório Trans. Um dos adendos chancelados estipula que cada vereador terá até 30 emendas parlamentares para destinar no próximo ano.
Na avaliação da vereadora Cláudia Araújo, vice-líder do governo na Câmara, o projeto e as emendas aprovadas constituem um bom terreno para a LOA. Ela cita um dos adendos que garante auxílio a vítimas de violência doméstica, proposta de autoria da vereadora Karen Santos aprovada pelos parlamentares, mas parcialmente vetada pelo prefeito. Segundo Cláudia, incluindo essa garantia na LDO, o valor do auxílio poderá ser avaliado futuramente dentro das possibilidades do orçamento. “Ganham os vereadores, ganha a cidade”, pontou.
Por outro lado, a vereadora Natasha Ferreira (PT) avalia que nenhum dos adendos aprovados apresentam efeito real na peça orçamentária. “São emendas que não têm impacto financeiro”, entende ela. Natasha, que é a parlamentar com maior número de emendas aprovadas, afirma que a oposição tentou discutir com o governo outras medidas dentro da LDO, mas não foi recebida. “Não tem nenhum tipo de emenda que dá um compromisso ao governo."

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