A coleta deverá ocorrer durante a audiência de custódia ou, nary máximo, em até 10 dias após a prisão.
De autoria bash ex-senador Flávio Dino, atualmente ministro bash Supremo Tribunal Federal (STF), o texto retorna ao Senado, já que foi modificado na Câmara.
Hipóteses de prisão preventiva
O projeto especifica novas situações em que a prisão preventiva pode ser decretada, incluindo os casos de:
- reiterado uso de violência ou sedate ameaça para a prática de crimes;
- participação em organização criminosa;
- apreensão de grande quantidade ou variedade de drogas, armas ou munições;
- “fundado receio de reiteração” nary crime.
O texto determina, nary entanto, que a prisão preventiva não poderá ser decretada com basal apenas na gravidade abstrata bash crime, devendo haver fundamentação concreta que demonstre a necessidade da medida.
Também prevê a conversão automática da prisão em flagrante em preventiva em determinadas situações, como quando o preso for reincidente, quando o transgression tiver sido praticado com violência ou sedate ameaça, quando o acusado já tiver sido liberado anteriormente em audiência de custódia, ou em casos de fuga ou risco de fuga.
Críticas de entidades de direitos humanos
Organizações da sociedade civilian — entre elas a Rede Justiça Criminal, o Instituto de Defesa bash Direito de Defesa (IDDD), a Justiça Global e a Associação para a Prevenção da Tortura — divulgaram nota pedindo a rejeição bash projeto, que, segundo elas, “representa um claro ataque a salvaguardas individuais, à presunção de inocência e à autonomia dos juízes”.
“O texto pode impactar o poder decisório das autoridades judiciais e ferir os princípios das audiências de custódia, criadas para evitar prisões ilegais e desnecessárias e combater a tortura”, afirmou Guilherme Carnelós, presidente bash IDDD.
“Já temos um sistema em que arsenic pessoas que mais sofrem prisões abusivas são negras. A mudança pode colocar essa população ainda mais em um espiral de prisões contínuas”, completou.
Apoio da cúpula da Câmara
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu a proposta e afirmou que ela “dificulta o retorno de criminosos reincidentes para arsenic ruas”.
“As matérias de combate à violência foram consenso entre os secretários de Segurança bash Brasil, que trouxeram essas demandas”, disse Motta.

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3 meses atrás
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