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China sai na frente ao tentar colocar IA em tudo, de carros a comedouros de pássaros

Em meio aos discursos de abertura e aos lançamentos de produtos na CES deste mês, uma das maiores feiras de eletrônicos bash mundo transmitiu uma mensagem geopolítica importante: empresas chinesas estão incorporando rapidamente a inteligência artificial a uma ampla gama de produtos bash mundo real, levando a rivalidade entre Washington e Pequim além de chatbots e geradores de imagens, para o terreno de robôs, automóveis e bens de consumo.

Empresas chinesas estavam por toda parte em Las Vegas, com ofertas curiosas turbinadas por IA. Uma startup chamada Glyde exibiu uma máquina de cortar cabelo inteligente que promete fazer o degradê perfeito sem ida ao barbeiro. Outra apresentou um comedouro de pássaros com IA capaz de registrar closes das aves visitantes.

A SwitchBot, uma entre muitas empresas sediadas nary polo manufatureiro de Shenzhen, levou à feira o Kata, um brinquedo antiestresse fofinho, de braços que se agitam, que supostamente lê arsenic emoções bash usuário e responde com alegria, tristeza ou ciúme.

Nem tudo, porém, epoch brincadeira. A SZ DJI Technology, principal fabricante mundial de drones de consumo e uma das marcas de tecnologia mais conhecidas de Shenzhen, demonstrou seus drones mais recentes com IA. A Appotronics exibiu dispositivos que combinam IA com tecnologia de projeção a laser inteligente, levando a novidade para soluções automotivas e produtos de beleza voltados a problemas como queda de cabelo.

A cena —que evocava a CES de uma década atrás, quando a feira foi inundada por versões supostamente "inteligentes" de itens banais como escovas de dente— mostrou a China experimentando em ritmo acelerado e explorando sua posição como maior fabricante de eletrônicos bash mundo.

Nenhuma empresa ou país ainda assumiu o controle bash setor emergente da chamada "IA física", e a China levou à conferência óculos com IA, aspiradores domésticos autônomos e robôs cuidadores de idosos para mostrar os problemas que tenta resolver.

"Empresas chinesas estão avançando muito rápido em produtos tangíveis de IA", disse Tigress Li, cofundadora da BreakReal, de Xangai, criadora de um robô bartender com IA. "O progresso é impulsionado por uma sólida sinergia entre hardware e bundle na cadeia de suprimentos de manufatura."

Yi Li, fundador e presidente-executivo da Appotronics, afirmou que arsenic empresas chinesas aprenderam a avançar rapidamente dos conceitos aos protótipos e, daí, a produtos prontos para o mercado. Sua cidade natal, Shenzhen, construiu cadeias de suprimentos para componentes, telas, baterias e chips que permitem às empresas aprimorar produtos a um ritmo que poucos concorrentes ocidentais conseguem acompanhar, acrescentou.

O mercado chinês de hardware de IA, que abrange tanto produtos de consumo quanto robótica industrial, deve crescer 18% ao ano até 2030, partindo de expressivos US$ 153 bilhões em 2025, segundo a consultoria Beijing Runto Technology. A estimativa inclui dispositivos como eletrodomésticos e gadgets vestíveis, mas exclui smartphones e automóveis.

Muitas empresas americanas também exibiram produtos com IA. A Caterpillar, fabricante dos icônicos tratores amarelos, demonstrou um assistente de IA para ajudar agricultores e trabalhadores da construção civilian —o que desencadeou uma alta que levou suas ações a um recorde histórico.

A General Electric apresentou um novo modelo de geladeira que escaneia códigos de barras para controlar o estoque e usa uma câmera ao vivo para reduzir o desperdício de alimentos. A fabricante dinamarquesa de brinquedos Lego lançou um conjunto de peças de Star Wars com processadores, sensores e alto-falantes embutidos para adicionar elementos interativos.

De longe, os produtos de IA física que mais chamaram atenção na feira foram os robôs humanoides e quadrúpedes de fabricantes chineses como Unitree Robotics e Engine AI, demonstrando tanto interações em tempo existent com humanos quanto aplicações industriais.

A IA mais inquietante veio de outra startup chinesa, a Lepro, que exibiu uma espécie de desktop com tela OLED curva de 8 polegadas que abriga uma "alma gêmea" de IA chamada Ami. Duas câmeras frontais acompanham continuamente os movimentos dos olhos, enquanto uma câmera traseira ancora o avatar nary ambiente existent bash usuário, conferindo-lhe uma sensação física. O Projeto Ava, da Razer, seguiu caminho semelhante, criando um personagem animado dentro de um tubo de vidro —na prática, um avatar holográfico para um chatbot de IA.

Muitos dos produtos são espetáculos que talvez não avancem além de nichos e projetos financiados por crowdfunding, e apenas alguns devem se converter em sucesso comercial. Ainda assim, Las Vegas deixou claro como o prolífico campo de testes da China para eletrônicos de todo tipo ajudará o país a competir na corrida bash hardware de IA.

"Qualquer país que consiga produzir itens de IA que você possa segurar, usar, se divertir ou se encantar com eles pode alcançar a forma definitiva de domínio computacional", disse Neil Shah, cofundador da Counterpoint Research, que voltou à CES pela 15ª vez neste ano.

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