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Ciro Nogueira diz ser 'impossível' Tarcísio não disputar Planalto em 2026

O senador e presidente do PP, Ciro Nogueira, afirmou nesta terça-feira (30) que considera "impossível" o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), deixar de disputar a Presidência da República em 2026. Durante entrevista à Globonews, o senador ressaltou que Tarcísio só será candidato se tiver apoio explícito do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

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O senador e presidente do PP, Ciro Nogueira, afirmou nesta terça-feira (30) que considera "impossível" o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), deixar de disputar a Presidência da República em 2026. Durante entrevista à Globonews, o senador ressaltou que Tarcísio só será candidato se tiver apoio explícito do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Nesta segunda-feira, Tarcísio visitou o ex-presidente, que cumpre prisão domiciliar em Brasília. Deputados aliados ao governador voltaram a afirmar que Tarcísio não quer disputar o Palácio do Planalto e que sua prioridade é a reeleição, mas admitem que há espaço para mudanças até março, quando ele teria que deixar o cargo para concorrer à Presidência de República.

"Se (Tarcísio) não quiser, não será. Mas acho impossível isso acontecer. Se criarmos o ambiente político, com apoio dos partidos de centro e do presidente Bolsonaro, não tem como ele recusar", afirmou o senador. "Ele tem 40% de desconhecimento, 20% a menos de rejeição que Lula e está empatado nas pesquisas. Num cenário tão polarizado, é imbatível", disse.

O chefe do Executivo tem negado publicamente e para alguns aliados a intenção de concorrer ao Palácio do Planalto no ano que vem. No entanto, a posição negativa não é vista como definitiva nos bastidores.

Ao longo da conversa, Ciro Nogueira negou ter interesse em ser candidato a vice-presidente na chapa de Tarcísio, mas também fez a ressalva de que "o vice não pode trazer rejeição" ao ser questionado se o vice em potencial seria alguém com o sobrenome Bolsonaro. Ele salientou que a direita deve prestar atenção e respeitar as pesquisas eleitorais, uma vez que a rejeição ao ex-presidente está "muito forte" por conta do tarifaço imposto por Donald Trump e defendido pelo deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

O senador afirmou que, no campo político dele, os nomes competitivos hoje são Tarcísio e o governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), ambos "praticamente empatados" com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas pesquisas de intenção de voto.

Segundo destacou, não se trata de uma preferência pessoal, mas de uma decisão que caberá ao ex-presidente Bolsonaro, a quem caberá "ouvir lideranças", "respeitar as pesquisas" e "considerar o sentimento da população" antes de definir o melhor candidato. No entanto, o presidente do PP disse que Tarcísio "não trairia" Bolsonaro.

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