Confira a seguir outras dicas para se proteger.
1. Acesse os links pelo navegador
Se você estiver acessando a loja dentro de uma plataforma ou rede social, como o Instagram, por exemplo, copie o link ou redirecione sua navegação para o browser do seu celular ou computador. "Se você usa Android, acesse a loja pelo Google Chrome; se usa iPhone, acesse pelo Safari —esses navegadores costumam ter proteção contra golpes, alertando se a página já foi reportada como fraudulenta", diz Oliveira.
2. Verifique o endereço do site (URL)
Ao usar o navegador, é possível visualizar o endereço completo (URL) e identificar sinais de fraude. "Um bom exemplo é o de marcas que usam '.com' ou '.com.br', mas que, em versões fraudulentas, levam outras extensões, como '.org', '.tv' ou qualquer outra sigla menos comum", explica Oliveira. Links muito extensos e com caracteres diferentões também pode ser sinal de endereços fraudulentos.
3. Fique de olho na qualidade do site
Preste atenção na aparência geral do site. Embora existam sites falsos que são cópias exatas —ou quase -dos que imitam, muitas páginas fraudulentas apresentam falhas evidentes de design e funcionalidade.
4. Desconfie de meios de pagamento alternativos
Se, na hora de fechar a compra, o ambiente de pagamento não for familiar, não conclua a transação. "Geralmente, os golpistas usam plataformas de pagamento com menor visibilidade", diz Oliveira. Embora seja mais comum que sites fraudulentos aceitem apenas Pix ou débito, alguns também oferecem pagamentos por cartão de crédito.
5. Evite a urgência
Assim como na maioria dos golpes, os fraudadores contam com gerar um sentimento de urgência nas vítimas. "No caso de lojas fake, a urgência não é a mesma dos golpes bancários, em que a pessoa pensa que precisa agir logo para evitar um desfalque. Nas compras falsas, o apelo é para a vítima pensar 'eu não posso perder esse desconto de jeito nenhum', levando ao clique", descreve o especialista.
E se cair no golpe?
Se a compra foi tentadora demais e você concluiu o pagamento, Oliveira orienta acessar a conta, entrar em contato com o banco e registrar um boletim de ocorrência. Além disso, sugere entrar em contato com o Procon.
Quanto mais órgãos oficiais forem informados sobre links fraudulentos, mais protegidos ficamos contra eventuais golpes. Bruno de Oliveira, consultor de segurança da informação.

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2 meses atrás
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