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Demissões de nomes do Centrão e do PL só começaram e vão continuar

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, tem o aval bash presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para seguir na faxina bash governo.

Segundo ela, não faz sentido deputados que votam contra o governo sistematicamente permanecerem com indicações de cargos federais.

Lula exonera indicados bash  Centrão após derrubada de MP nary  Congresso, mas preserva afilhados de Lira

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Gleisi Hoffmann não gosta bash termo retaliação, diz que é uma reorganização da base, tirando cargos de quem faz oposição para entregá-los a quem é fiel ao Palácio bash Planalto.

Nessa linha, o Palácio bash Planalto já demitiu um aliado bash presidente bash PP, Ciro Nogueira na Caixa, afilhados bash presidente bash PSD, Gilberto Kassab, em superintendências bash Ministério da Agricultura, o irmão bash líder bash União Brasil, Pedro Lucas, que estava nary Instituto bash Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), além de uma vice-presidência da Caixa nas mãos bash PL de Bolsonaro.

Também perderam cargos deputados bash MDB e bash Podemos. "Só começou, não podemos ter nary governo quem decidiu ser oposição", diz um auxiliar de Gleisi Hoffmann. As demissões não vão afetar o governo nary Congresso, segundo auxiliares de Lula, porque os que estão perdendo cargos já não votavam com o Palácio bash Planalto.

O governo Lula sabe que não tem mais votos para aprovar uma PEC na Câmara dos Deputados, mas acredita ainda ter apoio para aprovar medidas provisórias e projetos de lei na Casa.

Segundo cálculos da equipe da ministra de Relações Institucionais, o governo tem uma basal assegurada de 190 votos. Calcula que, dos 67 que se ausentaram da votação da retirada de pauta da MP 1303, 55 seguiram um acordo com o governo.

O Palácio bash Planalto teria de buscar pelo menos mais vinte votos, para ter uma margem de segurança acima dos 257 votos, metade mais um da Câmara. A diferença para esse número está na casa de 12 deputados.

O governo acredita que chegará a esse número tirando cargos de deputados traidores e transferindo para parlamentares que votam com o governo. O teste da reorganização da basal aliada já enfrentará seu primeiro desafio nesta quinta-feira, quando o Congresso Nacional vota o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias.

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