Palestrante da RA (reunião-almoço) da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul (CIC Caxias) desta segunda-feira (27), o deputado federal Luciano Zucco (PL) ressaltou que o Rio Grande do Sul vive um momento decisivo de reconstrução, no qual Caxias do Sul e a Região da Serra serão protagonistas de um novo futuro para os gaúchos. “Será que estamos no caminho da prosperidade?”, questionou na palestra que versou sobre o tema “Caxias do Sul e Região na rota da prosperidade do Rio Grande do Sul”.
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Palestrante da RA (reunião-almoço) da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul (CIC Caxias) desta segunda-feira (27), o deputado federal Luciano Zucco (PL) ressaltou que o Rio Grande do Sul vive um momento decisivo de reconstrução, no qual Caxias do Sul e a Região da Serra serão protagonistas de um novo futuro para os gaúchos. “Será que estamos no caminho da prosperidade?”, questionou na palestra que versou sobre o tema “Caxias do Sul e Região na rota da prosperidade do Rio Grande do Sul”.
Com base em dados do IBGE, Zucco destacou que o Rio Grande do Sul foi o estado que menos cresceu entre 2002 e 2022, e que, enquanto Santa Catarina e Paraná ganharam posições no ranking de competitividade, o estado perdeu. Frisou que esta condição tem origem na infraestrutura ruim, no descaso na educação, na falta de mão de obra qualificada e mentalidade estatal arrecadatória e punitiva.
O parlamentar enfatizou temas como a escassez de mão de obra qualificada. Citou pesquisa da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) que aponta a falta de trabalhador qualificado em 85,5% das indústrias gaúchas. Outro assunto foi a falta de prioridade nos gastos públicos, com exemplos de despesas do governo estadual. “O Rio Grande do Sul está na contramão dos demais estados em relação aos gastos públicos”, criticou.
Zucco também ressaltou que o Rio Grande do Sul é o segundo estado mais endividado da federação. “Nos últimos anos, o estado teve o pagamento da dívida suspenso e vendeu ativos, recebendo recursos extraordinários”, citando as privatizações da CEEE, Sulgás e Corsan, além dos repasses decorrentes da pandemia e das enchentes. Estimou que, em 2027, a dívida gaúcha será de R$ 137 bilhões.
Para Luciano Zucco, as mesmas ações levam sempre aos mesmos resultados, e defendeu a atenção ao setor produtivo do Rio Grande do Sul por meio da valorização das secretarias estratégicas, e de projetos estruturantes e investimentos na agroindústria, com a necessidade de reduzir o inchaço da máquina pública e promover a venda de bens imóveis inativos. “O governo tem 71 imóveis ou terrenos sem uso em Porto Alegre”, ilustrou. Ao reforçar que “o segredo está em colocar as peças nos lugares certos”, e que é preciso buscar um governo técnico, mostrou comparativos de desempenho de estados como Santa Catarina, Minas Gerais, Paraná e São Paulo em áreas como segurança, infraestrutura e competitividade.
Sobre as eleições do próximo ano, enfatizou posicionamento por uma candidatura forte com vários partidos de direita ao Palácio Piratini. Confirmou que conversas estão em andamento com lideranças de outras siglas e que seu nome, como pré-candidato ao governo do Estado, está posto à mesa das discussões.
Em relação ao cenário federal, reafirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro seria o melhor nome da direita para a corrida ao Planalto. Mas diante da inelegibilidade que se apresenta para Bolsonaro, citou as alternativas da direita, como os governadores Ronaldo Caiado, Ratinho Junior, Romeu Zema e Tarcísio de Freitas. “Temos nomes. A esquerda, por sua vez, só tem um nome, de alguém que só mente e trabalha narrativas”, frisou.
A RA foi conduzida pelo presidente da CIC Caxias, Celestino Oscar Loro, que, em seu discurso de abertura, defendeu uma agenda de racionalidade e responsabilidade, baseada na redução do tamanho do Estado, na reforma administrativa e na austeridade das contas públicas. “O País necessita de eficiência e pragmatismo político, com foco em resultados, sem espaço para disputas ideológicas ou pessoais que atrasam decisões, projetos, definições, escolhas de caminhos”, assinalou.

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