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Dólar e Bolsa caem, com BC, TCU, Master, Trump e Fed no radar

Petróleo recua no mercado internacional. Por volta das 10h30, o preço do barril de tipo Brent, negociado em Londres para entrega em março, caía 0,52%, para US$ 63,01, enquanto o petróleo WTI para fevereiro, negociado na Nymex (New York Mercantile Exchange), cedia 0,34%, para US$ 58,74 o barril.

Petroleiras americanas descartam investir na Venezuela por enquanto. Na reunião em que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu aportes para retomada da indústria petrolífera venezuelana, líderes do setor afirmaram que sem "reformas profundas" seria "inviável" investir no país. O tom frustra, por enquanto, planos da Casa Branca de abrir ao capital privado as maiores reservas petrolíferas do mundo após sequestrar o presidente venezuelano Nicolás Maduro, impor uma nova presidente e demandar controle sobre os recursos nacionais de Caracas.

Chevron seria única interessada no mercado. A segunda maior petroleira americana é a única dos Estados Unidos que segue na Venezuela, sendo candidata a protagonizar uma eventual retomada da expansão da indústria petrolífera venezuelana.

Irã também ganha força como fonte de tensão. O recrudescimento das manifestações no país, responsável pela quinta maior produção da commodity do mundo, amplia receio de impactos no fornecimento global de combustíveis. O governo iraniano rebateu com ameaças à sinalização do presidente estadunidense Donald Trump de que estaria pronto para ajudar os manifestantes.

Ibovespa tem abertura negativa. O principal índice de ações da Bolsa brasileira começou o pregão desta segunda-feira com variação negativa de 0,27%, aos 162.932 pontos. Na semana passada, indicador acumulou alta de 1,76%.

Mercado reage negativamente à pressão da Casa Branca sobre Fed. Contratos futuros das Bolsas americanas operam com variações negativas nesta manhã. A confirmação de que o Federal Reserve, Banco Central americano, está sendo investigado pelo Departamento de Justiça reabriu no mercado o receio de que pressões políticas de Donald Trump possam prejudicar a condução da política de juros na maior economia do planeta.

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