
O dólar comercial fechou o dia cotado a R$ 4,993, no segundo dia seguindo abaixo de R$ 5,00. Na Bolsa de Valores, o Ibovespa emendou o 11º pregão seguido de alta. O preço do petróleo caiu com as expectativas de trégua no conflito do Oriente Médio, enquanto o mercado repercute a expectativa de nova safra recorde no Brasil.
O que aconteceu
Dólar voltou a cair. No comercial para venda, a moeda americana fechou o dia cotada a R$ 4,993, variação negativa de 0,07% ante o fechamento da véspera.
Ontem, a divisa fechou abaixo de R$ 5,00 pela primeira vez desde 27 de março. Após abrir o ano valendo R$ 5,49, o dólar acumula queda superior a 9%.
Três fatores alimentam a queda do dólar. Juros elevados, exportações de commodities e distância da guerra no Oriente Médio fortalecem a moeda brasileira, afirmam especialistas.
Ibovespa emendou o 11º pregão seguido de alta. O principal índice de ações da Bolsa do Brasil B3 registrou ganho de 0,33%, marcando 198.657. Ontem, o Ibovespa subiu 0,34%, se aproximando do patamar inédito dos 200 mil pontos.
O preço do petróleo registrou forte queda no exterior. O contrato com vencimento em junho do barril do tipo Brent cedeu 4,6%, valendo US$ 94,79. O petróleo tipo WTI para maio despencou 7,87%, a US$ 91,28 o barril.
As avaliações do mercado
O mercado financeiro monitora o fornecimento de petróleo no Oriente Médio. Começou às 11h de ontem o bloqueio ao Estreito de Hormuz, anunciado pelo presidente Donald Trump após o fracasso nas negociações de paz com o Irã.
Os investidores também repercutem os dados do setor de serviços. O volume de serviços prestados no Brasil aumentou 0,5% em fevereiro na 23ª alta consecutiva do segmento responsável por cerca de 70% do PIB (Produto Interno Bruto) nacional. No acumulado dos últimos 12 meses, o setor registrou alta de 2,7%.
Apesar de estar no topo da série histórica, vemos o setor desacelerando na margem e ainda altamente dependente do desempenho de setores menos cíclicos, como os serviços de informação e comunicação.
André Valério, economista sênior do Inter
A guerra no Oriente Médio provocou a maior queda mensal na produção de petróleo da história. Em março, o fornecimento mundial caiu em 10,1 milhões de barris diários, para 97 milhões barris, segundo relatório divulgado hoje pela AIE (Agência Internacional de Energia), que reúne os 33 maiores consumidores de energia do mundo. Segundo a agência, o fornecimento mundial neste ano vai ser de 82,9 milhões de barris diários, um milhão de barris por dia a menos que em 2027.
Nova safra recorde pode aliviar pressões inflacionárias. Puxada por crescimento da oferta da soja, a produção nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas no Brasil deverá alcançar patamar recorde, de 348,4 milhões de toneladas, em 2026, aumento de 0,7% em relação ao desempenho de 2025, de 346,1 milhões de toneladas, segundo projeção do LSPA (Levantamento Sistemático da Produção Agrícola), do IBGE.

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