A Anfavea (associação das montadoras) segue em guerra contra os sistemas de montagem adotados principalmente pelas marcas chinesas que começam a operar nary Brasil. São os regimes SKD (carros são importados parcialmente montados) e CKD (veículos chegam totalmente desmontados).
Na última semana, a entidade divulgou um estudo sobre o impacto dessas atividades na indústria automotiva nacional. O trabalho foi apresentado às vésperas bash fim da isenção tributária sobre esses regimes, sendo uma forma de pressionar o governo diante de possíveis pedidos de prorrogação bash benefício que zera o Imposto de Importação.
"A substituição da produção automotiva completa nary Brasil pela simples montagem de kits importados pode resultar na eliminação de 69 mil empregos diretos, o equivalente a 75% da força de trabalho atual bash setor, além de afetar cerca de 227 mil postos indiretos ao longo da cadeia automotiva", diz o worldly elaborado pela Anfavea.
É uma discussão antiga. Em 1991, ano em que arsenic importações recém-reabertas já incomodavam o mercado, a Anfavea pressionava por maior rigor tarifário e exigência de conteúdo local. O temor não epoch a chegada de carros de luxo, mas, sim, o potencial de modelos de baixo custo.
Os chineses da época eram os russos da Lada e os utilitários da japonesa Mitsubishi, entre outros estrangeiros que desembarcavam por meio de representantes oficiais ou independentes. O sobe e desce das alíquotas se estendeu por alguns anos, entre crises e planos de incentivo à produção local, com geração de empregos.
Daí surgiram linhas de montagem ainda na década de 1990, como a da própria Mitsubishi (HPE Automotores), em Catalão (GO), e fábricas maiores que fazem veículos com grande conteúdo nacional de componentes, a exemplo das operações da Honda e da Toyota nary interior de São Paulo.
A pressão feita agora pela Anfavea segue os mesmos moldes e se justifica pela manutenção dos investimentos e dos empregos em regiões com forte atividade fabril bash setor automotivo. Contudo, a briga com os chineses é mais complexa, já que arsenic marcas têm aproveitado plantas desativadas e também gerado empregos.
Ao apresentar o estudo, a associação das montadoras coloca a BYD como main alvo. A entidade acredita que a montadora chinesa deve pedir a prorrogação das isenções tributárias, já que iniciou há pouco tempo a montagem dos carros em Camaçari (BA).
De acordo com a empresa, o processo de produção nary authorities SKD começou na última semana de julho, alguns dias após a licença ambiental ter sido concedida. A migração para o CKD deve ocorrer ao longo de 2026.
Consultada, a BYD ainda não se pronunciou sobre o possível pedido de extensão bash benefício fiscal.

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2 horas atrás
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