O governador gaúcho Eduardo Leite (PSDB) compareceu à Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul nesta terça-feira (11) para deixar uma mensagem de início de ano aos deputados. No discurso, destacou o compromisso do governo com o equilíbrio fiscal, uma das principais bandeiras do chefe do executivo estadual, e a união entre o governo e o Parlamento durante as cheias de maio passado. “Se hoje o Rio Grande do Sul consegue investir em reconstrução e garantir assistência às famílias atingidas, isso se deve a um fator fundamental: o equilíbrio fiscal conquistado nos últimos anos”, disse. Leite ainda desvinculou a capacidade de investimento do Estado à medida provisória que suspendeu o pagamento da dívida do RS com a União até abril de 2027, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após a catástrofe ambiental que atingiu o Rio Grande do Sul. “Alguns quererão dizer que essa capacidade vem da suspensão do pagamento das parcelas da dívida à União – o que foi, de fato, importante, e pelo que sabemos ser gratos. Mas não deixemos de lembrar que há poucos anos o Estado também tinha obtido suspensão, por liminar, dos pagamentos da dívida e, nem por isso foi capaz de fazer investimentos naquele período”, argumentou. Os resultados de investimentos do Estado ao longo de 2024, apesar das enchentes de maio, foram abordados durante todo o discurso de Leite. “Foram aplicados R$ 6,4 bilhões, correspondentes a 10,7% da receita corrente líquida do Estado, um percentual inédito na série histórica”, disse. O governador também celebrou números recordes para a segurança do Rio Grande do Sul e o aumento da oferta de escolas estaduais com tempo integral.
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O governador gaúcho Eduardo Leite (PSDB) compareceu à Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul nesta terça-feira (11) para deixar uma mensagem de início de ano aos deputados. No discurso, destacou o compromisso do governo com o equilíbrio fiscal, uma das principais bandeiras do chefe do executivo estadual, e a união entre o governo e o Parlamento durante as cheias de maio passado.
“Se hoje o Rio Grande do Sul consegue investir em reconstrução e garantir assistência às famílias atingidas, isso se deve a um fator fundamental: o equilíbrio fiscal conquistado nos últimos anos”, disse.
Leite ainda desvinculou a capacidade de investimento do Estado à medida provisória que suspendeu o pagamento da dívida do RS com a União até abril de 2027, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após a catástrofe ambiental que atingiu o Rio Grande do Sul.
“Alguns quererão dizer que essa capacidade vem da suspensão do pagamento das parcelas da dívida à União – o que foi, de fato, importante, e pelo que sabemos ser gratos. Mas não deixemos de lembrar que há poucos anos o Estado também tinha obtido suspensão, por liminar, dos pagamentos da dívida e, nem por isso foi capaz de fazer investimentos naquele período”, argumentou.
Os resultados de investimentos do Estado ao longo de 2024, apesar das enchentes de maio, foram abordados durante todo o discurso de Leite. “Foram aplicados R$ 6,4 bilhões, correspondentes a 10,7% da receita corrente líquida do Estado, um percentual inédito na série histórica”, disse. O governador também celebrou números recordes para a segurança do Rio Grande do Sul e o aumento da oferta de escolas estaduais com tempo integral.

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