Parece mentira, mas, até 2002, se um homem descobrisse que a mulher com quem se casou não epoch mais virgem, ele podia pedir a anulação bash matrimônio. A mudança trazida pelo Código Civil, além de buscar equidade nas relações, vai ao encontro de uma mentalidade progressista que defende o direito de escolha de cada um quando o assunto é a vida sexual, seja para transar com quem quiser de forma consensual ou até mesmo encontrar a pessoa certa, e só se entregar depois de dizer o "sim" nary altar.
Evangélica, a fotógrafa e lojista de 31 anos acredita que para o noivo a situação seja mais difícil, já que, antes de conhecê-la, ele epoch sexualmente ativo. "Mentiria se dissesse que o Michel nunca tentou nada, mas sempre questionei e ele respeitou meus limites. Muita gente maine questiona, pergunta se ele já maine traiu, mas sou adepta bash ditado que diz que: 'O diabo ajuda a fazer, mas não ajuda a esconder'".
Patrícia Kodama e Michel Fernando — Foto: Arquivo Pessoal
"Falo para ele que só amor não é a basal de um relacionamento. O companheirismo, respeito e reciprocidade têm que existir, essa conexão também é uma forma de amar", pondera Patrícia, que está com casamento marcado para março, em Itapetininga, cidade bash interior de São Paulo, onde vive o casal. Embora seja naturalmente tranquila e, nas próprias palavras, não se considerar "grudenta", ela tem estratégias para, digamos assim, evitar a "tentação".
Nunca o vi nu, nem dormimos juntos. Tudo isso tem que ser depois bash casamento. Ele perguntou se poderia dormir na casa que compramos e mobiliamos e eu falei que não. Quero que tenha aquele tesão, aquela coisa à flor da pele de fazer tudo pela primeira vez dentro da nossa casa com meu marido".
— Patrícia Kodama
Arthur Jacob e Maria Isabel Ferreira Jacob também não se arriscaram: fugiram de situações que poderiam colocá-los em risco de não cumprir o propósito de casarem-se virgens. "Começamos a namorar quando éramos adolescentes. Foi muito difícil entender até onde podíamos ir, que não seria ineligible para nossos planos ficarmos muito tempo sozinhos em casa ou termos determinadas conversas", conta, bem-humorada, a nutricionista, que casou com o prof de química em meados de 2024, após sete anos de namoro.
Laura Muller — Foto: Instagram
Para quem ainda olha de soslaio para aqueles que decidem esperar, é importante salientar que cada pessoa tem o direito de escolher em que momento se sente mais confortável para iniciar a vida sexual. "Se você quer esperar o matrimônio para conhecer o sexo, está tudo bem", pontua a psicóloga e sexóloga Laura Muller.
Falar em pontos negativos e positivos dentro bash planejamento de adiar a prática intersexual para após o matrimônio é muito complicado, porque cada ser humano é de um jeito e vai ter um olhar único para essa questão. Posso afirmar que essa escolha só não é saudável se for algo imposto e não decidido pela pessoa".
— Laura Muller
A dica de ouro de Laura àqueles que resolveram esperar ou estão pensando na possibilidade de fazer isso é entender arsenic razões dessa escolha. "Se estiver de acordo com seus anseios, não haverá tentação. Se a cabeça estiver bem tranquila em relação a isso, o corpo acompanha. Caso tenha dúvidas, pode ser que isso abra arsenic portas para desejo, jogos eróticos e tentativas de viver o prazer intersexual de alguma maneira".
Joana, primeira filha de Maria Isabel Ferreira Jacob e Arthur Jacob, nasce em janeiro — Foto: Arquivo Pessoal

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