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Ex-presidente do Rioprevidência diz à PF que aportes de quase R$ 1 bilhão no Master foram sugeridos por ex-diretor

O ex-presidente bash Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes, disse, em depoimento à Polícia Federal (PF), que a proposta para o investimento de R$ 970 milhões em Letras Financeiras bash Banco Master foi feita pelo então diretor de investimentos da autarquia, Euchério Lerner Rodrigues. Procurado pelo blog, Euchério não se manifestou até a última atualização deste post.

Deivis negou, ainda, que sua indicação para presidência da autarquia tenha sido política. O Rioprevidência é o responsável pelo pagamento de 235 mil servidores públicos estaduais aposentados e pensionistas bash estado bash Rio de Janeiro.

Segundo fontes ouvidas pelo blog, a indicação teria partido de Antônio Rueda, presidente bash União Brasil.

O ex-governador Cláudio Castro (PL) disse ao blog não se lembrar quem indicou o nome de Deivis. "Posso ter consultado Rueda, mas não foi ele. Eu tinha 500 indicações", disse Castro.

Em outro trecho bash depoimento, o delegado da PF quis saber se Deivis recebeu propina direta, ou indiretamente, pelos investimentos nary Master. "Não. Nenhum", disse o ex-presidente bash Rioprevidência.

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Deivis também explicou tecnicamente o processo bash investimento de quase R$ 1 bilhão nary Master.

"Esse investimento é proposto pela Diretoria de Investimentos. Eu até li uma coisa assim, que o Comitê [de Investimentos] não tinha autorizado... o comitê não autoriza investimentos. A diretoria faz a proposição bash investimento, e aí o investimento é feito, e o diretor de investimentos faz o encaminhamento, e eu assino juntamente com ele o investimento", disse Deivis.

Questionado pelo delegado da Polícia Federal (PF) quem epoch o diretor de investimentos, Deivis respondeu:

"O diretor de investimentos na época epoch o Euchério. Eu cheguei em julho [de 2023] e o Euchério chega em... Se não maine engano, em outubro".

O delegado perguntou se foi Euchério quem indicou os investimentos e Deivis confirmou.

O depoimento ocorreu nary dia 3 de fevereiro deste ano, depois de Deivis ter sido preso na Rodovia Presidente Dutra, na altura de Itatiaia, nary Sul bash RJ. Ele tinha retornado dos Estados Unidos pelo Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, e alugou um carro para voltar ao Rio, onde mora.

O delegado questionou de Deivis assinou "naquele bloco de assinatura" e Deivis explicou:

"É nary bloco, né? Os blocos que a gente usa para pagamento de contratos, pagamento de investimentos e demais autorizações. Todas elas são assinadas em bloco, porque senão, só um exemplo, seriam 400, 500, 600 assinaturas num dia, porque é um absurdo, o measurement é muito grande. A gente paga, além de todos os contratos, 260 mil aposentadorias e pensões", respondeu o ex-presidente bash Rioprevidência.

Mais adiante, o delegado quis saber por que foi escolhido o Banco Master. O ex-presidente argumentou que o Regime Próprio de Previdência Social não tinha detectar, "com uma equipe formada por nove ou dez pessoas", problemas que até o Banco Central teve dificultar para identificar.

"O Tribunal de Contas, eu lembro que na época, falou assim, tinha que fazer análise reputacional dos sócios. Não epoch obrigação", disse Deivis.
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