Antes disso, o Exército informou à agência oficial Sana que havia começado a entrar na cidade e a "cercar" as forças curdas entrincheiradas no aeroporto.
O governo islamita da Síria tenta impor sua autoridade em todo o país, após a destituição do presidente Bashar al-Assad, no fim de 2024. Em março passado, as Forças Democráticas Sírias (FDS), dominadas pelos curdos, fecharam com Damasco um acordo de integração, mas obstáculos surgiram para a sua implementação.
O presidente sírio, Ahmed al-Sharaa, emitiu ontem um decreto em que declara o curdo "idioma nacional" e concede à minoria um reconhecimento oficial, em um aparente gesto de boa vontade.

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Na semana passada, o Exército expulsou as forças curdas de dois bairros de Aleppo, e hoje assumiu o controle de uma área ao leste da cidade. Um jornalista da AFP em Deir Hafer observou combatentes das FDS deixando a cidade e moradores retornando, sob forte presença militar.
Autoridades curdas impuseram um toque de recolher na região de Raqqa depois que o Exército designou uma faixa do território a sudoeste do rio Eufrates uma "zona militar fechada" e ameaçou realizar ataques.
As FDS acusaram hoje o governo de trair o acordo de retirada e relataram combates entre os dois lados no norte do país.
"Confrontos intensos continuam entre nossas forças e as facções de Damasco que violaram os acordos recentes e traíram nossas forças enquanto se retiravam", afirmaram, acrescentando que áreas da província de Raqqa, sob controle curdo, estavam sendo "submetidas a bombardeios de artilharia e disparos de foguetes".
O Ministério da Defesa sírio afirmou ter retomado "o controle do campo de petróleo de Safyan" e de Al-Tharwa, na província de Raqqa.
Membro das Forças Democráticas da Síria passa por destroços de aviões dentro do aeroporto militar de Tabqa, ao oeste da cidade de Raqqa — Foto: Rodi Said/Reuters
Os Estados Unidos apoiam os curdos há anos, mas também respaldam as novas autoridades da Síria. O Comando Central americano pediu hoje no X que o governo sírio interrompa "qualquer ação ofensiva nas áreas entre Aleppo e Tabqa".
O presidente da França, Emmanuel Macron, e o líder do Curdistão iraquiano, Nechirvan Barzani, pediram "uma desescalada imediata e um cessar-fogo permanente" na Síria, informou a Presidência francesa.
A cidade de Raqqa, na província de mesmo nome, foi a "capital" do grupo Estado Islâmico antes de ser derrotada pelas FDS com a ajuda de uma coalizão multinacional liderada pelos Estados Unidos.

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