A ex-prefeita de Cristal Fábia Richter (PSD) assumiu a Secretaria Estadual da Mulher nesta quarta-feira (24), em evento no Palácio Piratini. Além de empossar a titular da pasta, o governador Eduardo Leite (PSD) também empossou a secretária-adjunta, delegada Viviane Viegas, que vinha atuando como diretora de Justiça na Secretaria Estadual de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos.
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A ex-prefeita de Cristal Fábia Richter (PSD) assumiu a Secretaria Estadual da Mulher nesta quarta-feira (24), em evento no Palácio Piratini. Além de empossar a titular da pasta, o governador Eduardo Leite (PSD) também empossou a secretária-adjunta, delegada Viviane Viegas, que vinha atuando como diretora de Justiça na Secretaria Estadual de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos.
A recriação da Secretaria da Mulher foi aprovada no plenário da Assembleia Legislativa no final de agosto. Após um grupo de deputados estaduais liderados pela procuradora especial da Mulher da Assembleia, Bruna Rodrigues (PCdoB), pressionar o Palácio Piratini para reinstituir o órgão, Leite enviou ao Parlamento gaúcho o projeto contemplando a reivindicação.
A pasta foi criada pela primeira vez na gestão de Tarso Genro (PT, 2011-2014). O ex-governador José Ivo Sartori (MDB, 2015-2018) extinguiu a secretaria. No ato de recriação da pasta, Leite considerou a articulação com os parlamentares "um exemplo da boa política" praticada no Estado, em que membros da oposição e do governo trabalharam juntos pela recriação da estrutura que deve gerir as políticas voltadas para as mulheres.
Na sua primeira fala à frente da Secretaria da Mulher, Fábia afirmou que a violência contra a mulher é um problema social. Ela, que é enfermeira de formação, lembrou que atendeu muitas mulheres vítimas de violência doméstica em hospitais onde trabalhou. "Por falta de estrutura social, muitas vezes as mulheres voltavam para casa (onde viviam com os agressores). E nos perguntávamos o que seria dessas mulheres", problematizou a nova secretária - acrescentando que políticas voltadas aos agressores também são necessárias para que não haja reincidência.
Segundo Fábia, a primeira tarefa será estruturar a secretaria, que dispõe de R$ 17 milhões em recursos estaduais listados no projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA). Segundo Leite, há mais de R$ 200 milhões disponíveis através de convênios federais e outros entes. "Vamos captar recursos internacionais. Não perguntei ao governador quanto a pasta teria de orçamento. Acredito que fui selecionada pela minha experiência na gestão pública", garantiu Fábia Richter.

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