Assinam a carta líderes de bancos centrais de todo o mundo. Ao assinar o documento, Galípolo posiciona o Brasil ao lado de outras referências do setor, como Christine Lagarde, do Banco Central Europeu, Andrew Bailey, François Villeroy de Galhau e Pablo Hernández de Cos, do Banco da Inglaterra, ou Andrew Bailey, do Banco de Compensações Internacionais (BIS). A lista de signatários inclui ainda autoridades monetárias da Suécia, Dinamarca, Suíça, Noruega, Austrália, Canadá e Coreia do Sul.
Líder do Federal Reserve diz que tem sido ameaçado para atender interesse da Casa Branca. O presidente da instituição, Jerome Powell, afirmou no último domingo que pode enfrentar acusações criminais como parte da campanha de pressão do presidente Donald Trump sobre as decisões de política monetária. "A ameaça de acusações criminais é uma consequência de o Federal Reserve definir as taxas de juros com base em nossa melhor avaliação do que será melhor para o público, em vez de seguir as preferências do presidente", disse Powell em um comunicado.
Investigação envolve reforma da sede do Banco Central americano. Promotores federais estão examinando a reforma de US$ 2,5 bilhões na sede do Federal Reserve, em Washington, segundo disse o próprio chairman do Fed, na noite de domingo. Donald Trump tem afirmado que as reformas excederam os custos projetados, o que Powell nega.
Fed afirmou que pretende manter as taxas de juros inalteradas em sua reunião no final de janeiro. Após reduzir os juros em dezembro, o órgão sinalizou que vai atuar de forma mais cautelosa agora. Isso contrariou o presidente Donald Trump, que pressiona por um afrouxamento monetário, mesmo com a inflação nos Estados Unidos fechando 2025 acima da meta de 2%.
Autonomia do Banco Central americano fica sob ameaça, apontam agentes de mercado. Além das lideranças de bancos centrais, empresas e profissionais da inbdústria financeira têm alertado que esse embate coloca em dúvida a atuação técnica do órgão responsável pelos juros nos Estados Unidos.
Mercado reage negativamente. Desde ontem, ativos que são mais procurados em momentos de incerteza, como o ouro, passaram a apresentar valorização. O ouro, por exemplo, atingiu recorde superando om patamar de US$ 1.600 nos contratos futuros negociados nas Bolsas de commodities.

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