O presidente Joe Biden pretende reforçar o apoio militar dos EUA à Ucrânia nos últimos meses de seu governo, disse o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, nesta quarta-feira (13) durante visita à sede da Otan, na Bélgica.
A fala de Blinken ocorre após a Rússia lançar um ataque de mísseis e drones contra Kiev, o primeiro tendo como alvo direto a capital da Ucrânia em 73 dias.
Os EUA vão “continuar a fortalecer tudo o que estamos fazendo pela Ucrânia para garantir que ela possa se defender de forma eficaz contra essa agressão russa”, disse o secretário norte-americano, antes de reuniões planejadas com enviados aliados e autoridades ucranianas.
Blinken disse também que os EUA garantirão que as entregas de armas e que "cada dólar disponível seja encaminhado" à Ucrânia antes que Biden deixe o cargo. Eleito novo presidente dos EUA na semana passada, Trump prometeu terminar a guerra "em 24 horas", mas há uma incerteza sobre como ele faria isso.
O presidente Volodymyr Zelensky afirmou que a Rússia está intensificando seus ataques, aparentemente com o objetivo de desencorajar os ucranianos de continuar a guerra, que se aproxima da marca de 1.000 dias. Sirenes para alertar ataques aéreos russos têm soado ao longo do território ucraniano quase diariamente.
A Rússia parece estar aproveitando sua vantagem enquanto surgem dúvidas sobre como os EUA podem mudar sua política em relação à guerra após Donald Trump assumir a presidência dos EUA em janeiro. Os EUA são o maior fornecedor de ajuda militar à Ucrânia.
Trump criticou o governo Biden por fornecer dezenas de bilhões de dólares em ajuda à Ucrânia e prometeu encerrar rapidamente o conflito. Os apoiadores internacionais da Ucrânia temem que qualquer solução precipitada beneficiaria principalmente o presidente russo, Vladimir Putin.
Durante a visita à sede da Otan, Blinken alertou ainda que a decisão da Coreia do Norte de enviar suas tropas para operações de combate ao lado das forças russas “exige e receberá uma resposta firme”, mas não deu mais detalhes.
Avaliações de inteligência dos EUA, da Coreia do Sul e da Ucrânia apontam que até 12.000 soldados de combate norte-coreanos estão sendo enviados para a guerra. A maior parte dessas tropas deve ser destacada para a região de Kursk, na Rússia, onde tropas ucranianas conquistaram uma faixa de território.

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