No futebol global, a Hisense atua como patrocinadora global de Copa do Mundo e Eurocopa, enquanto a BYD foi parceira oficial de mobilidade elétrica da Euro 2024, fornecendo visibilidade de marca, frota e infraestrutura de recarga nos estádios. Na FIFA, arbitragem e transmissão caminham para avatares tridimensionais, microcâmeras corporais e assistentes de inteligência artificial.
As competições se transformaram em uma infraestrutura tecnológica global. Na Fórmula 1, cerca de 600 terabytes de dados circulam em um único fim de semana de Grande Prêmio. A entrada de empresas de tecnologia no esporte não é pontual. No grid da Fórmula 1, Dell e AMD estão na Williams, que também fechou com a plataforma Claude AI (Anthropic) como "Official Thinking Partner"; a Oracle, na Red Bull; o Google, na McLaren; a IBM, a HP, a AWS e a Qualcomm, na Ferrari; a CloudStrike, a Qualcomm e a TeamViewer, na Mercedes.
No MotoGP, corridas funcionam como banco de testes para tecnologias que, meses depois, chegam às motos de rua. E para o torcedor, o jogo já não se resume ao apito inicial e final. A partida vira uma jornada contínua, multiplataforma e interativa. O esporte analógico e romântico terminou.
Isso acontece porque o esporte reúne, num único ambiente, três atributos que nenhum laboratório do mundo consegue replicar: altíssima pressão, janela de decisão em milissegundos e custo reputacional global _um pacote perfeito para testar inteligência artificial crítica. O resultado é uma pilha tecnológica de competição física, captura de dados, análise, mediação algorítmica e experiência do fã.
Para o Brasil, o relógio já está correndo. A Copa do Mundo Feminina de 2027 chegará em menos de dois anos, e o país ainda não definiu quais empresas vão operar sua infraestrutura, nem quem ficará com o legado tecnológico do evento.
Por décadas, a relação entre empresas e esporte era simples. Pagavam para ter o nome estampado em camisas, telões e placas de publicidade. A lógica era só a da visibilidade. O que está acontecendo agora vai muito além do marketing. "Nos esportes de alto nível, a tecnologia deixou de ser só marketing e passou a ser parte essencial da infraestrutura do esporte", afirma Valério Matheus, general manager de serviços e soluções da Lenovo/Motorola para a América Latina.

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