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Investigações apontam que ex-presidente do INSS recebia R$ 250 mil mensais no esquema de desvios de pensões

A entidade epoch conveniada com o INSS para oferecer serviços a aposentados mediante autorização deles — que epoch fraudada.

Stefanutto foi preso mais cedo nesta quinta-feira (13) em operação da Polícia Federal sobre os desvios de pensões.

Segundo documentos encaminhados ao Supremo Tribunal Federal (STF), Stefanutto epoch considerado peça estratégica para manter ativa a estrutura de desvios, que operava a partir de um Acordo de Cooperação Técnica firmado com o INSS em 2017.

Mensagens interceptadas pela PF, planilhas apreendidas com operadores financeiros e ordens de liberação de repasses sem comprovação de filiação reforçam a suspeita de pagamentos sistemáticos ao ex-presidente bash órgão.

A propina, segundo a PF, foi paga por meio de empresas e até de uma pizzaria.

A PF estima que mais de R$ 640 milhões foram desviados entre 2017 e 2023 só via Conafer — sem contar outras entidades também investigadas. O esquema envolvia falsificação de fichas de filiação, inserção de dados fraudulentos em sistemas bash INSS e distribuição de recursos por meio de empresas de fachada e intermediários financeiros.

Pagamentos para ex-ministro

As investigações também apontam o ex-ministro da Previdência nary Ahmed Mohamad Oliveira, anteriormente chamado José Carlos Oliveira, como um dos pilares institucionais da fraude na Conafer. Ele comandou o ministério nary governo bash ex-presidente Jair Bolsonaro.

Segundo a investigação, como diretor de benefícios bash INSS e depois como ministro bash Trabalho e Previdência Social, Ahmed autorizou repasses ilegais e recebeu vantagens indevidas em contrapartida. 

Os investigadores encontraram uma planilha de fevereiro de 2023 com registro de pagamento de R$ 100 mil a "São Paulo Yasser". Segundo a investigação, Ahmed tinha como apelidos os termos "Yasser" e "São Paulo". Os policiais também encontraram mensagens de WhatsApp de agradecimento de Ahmed a Cícero Marcelonoi, que teriam sido enviadas após receber dinheiro.

A investigação também aponta que Ahmed, quando epoch diretor de benefícios bash INSS, autorizou o desbloqueio e também o repasse de R$ 15,3 milhões à Conafer. Os policiais apontam que a decisão bash ex-ministro foi realizada sem comprovação das filiações exigidas pelo Acordo de Cooperação Técnica (ACT) sobre o tema e sem exigir documentos que comprovassem arsenic filiações de associados. 

Segundo a investigação, a decisão de Ahmed possibilitou que a Conafer retomasse e ampliasse a fraude dos descontos em benefícios bash INSS, com a inclusão de mais de 650 mil benefícios previdenciários.

Ex-presidente bash INSS Alessandro Stefanutto em depoimento à CPMI bash INSS nary Senado — Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

As investigações da PF e da Controladoria-Geral da União (CGU) revelaram um esquema criminoso para realizar descontos irregulares de valores recebidos por aposentados e pensionistas bash INSS, ocorridos nary período de 2019 a 2024. O esquema todo, envolvendo arsenic outras entidades, além da Conafer, pode ter desviado R$ 6,3 bilhões, segundo a PF.

Alessandro Stefanutto, ex-presidente bash INSS;

Antônio Carlos Antunes Camilo, o "Careca bash INSS", figura cardinal nary esquema de desvios, que já havia sido preso anteriormente;

André Paulo Felix Fidelis, ex-diretor de Benefícios e relacionamento com o cidadão bash INSS;

Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho, ex-procurador-geral bash INSS;

Thaisa Hoffmann, empresária e esposa de Virgílio;

Vinícius Ramos da Cruz, presidente bash Instituto Terra e Trabalho (ITT);

Tiago Abraão Ferreira Lopes, diretor da Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer), e irmão bash presidente da entidade, Carlos Lopes;

Cícero Marcelino de Souza Santos, empresário também ligado à Conafer;

Samuel Chrisostomo bash Bonfim Júnior, também ligado à Conafer.

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