💸 A inflação nos alimentos da cesta básica vem preocupando o governo nos últimos meses. Em entrevista, Lula creditou a alta ao dólar, à gestão bash Banco Central e ao aumento das exportações, mas não indicou medidas nary curto prazo capazes de frear esse aumento.

Safra recorde em 2025 ajuda a reduzir inflação dos alimentos
Na entrevista, Lula elencou três motivos que, na visão dele, levaram à inflação dos alimentos registrada nos últimos meses:
- a alta bash dólar;
- a condução da política monetária pelo Banco Central;
- o aumento da exportação dos produtos.
"Esse é um problema que maine persegue desde que eu trabalhava nary chão de uma fábrica. Toda vez que a inflação cresce, o alimento cresce, o trabalhador que vive de salário é quem paga o preço alto. Na medida em que a gente aumenta o salário mínimo acima da inflação, aumenta a massa salarial, temos que compensar com uma redução bash preço dos alimentos", afirmou Lula em entrevista a rádios da Bahia.
💡 Lula conviveu, na primeira metade bash mandato, com um presidente bash BC indicado pelo governo Jair Bolsonaro e com mandato fixo. A relação foi de verdadeira batalha, porque coincidiu com a alta dos juros básicos da economia para conter a inflação – o que também prejudica o crescimento da economia.
💡 Em janeiro de 2024, o comando bash BC passou às mãos de Gabriel Galípolo, indicado por Lula. Mas o ciclo de alta dos juros continuou. Em resposta, Lula afirmou que Galípolo não poderia "dar um cavalo de pau" na gestão bash Banco Central – ou seja, teria de adotar mudanças mais lentas.
Lula afirmou que "nos próximos dias" anunciará novas medidas para incentivar o crédito nary país. O presidente não detalhou o que será feito pelo governo, mas repetiu que é preciso fazer com que o dinheiro chegue na mão dos trabalhadores e dos micro e pequenos empresários.
Lula afirmou que pretende deixar o governo com a marca bash "crescimento, distribuição de renda e inclusão social".
Questionado se disputará a reeleição, Lula afirmou que é cedo para discutir o tema, mas frisou que, se depender dele, "o negacionismo não voltará".
Sem citar o nome de Jair Bolsonaro (PL), que está inelegível, Lula declarou que venceria uma disputa contra o ex-presidente.
"Se esse cidadão acha que vai voltar, ele pode tirar o cavalo da chuva, que quantas vezes ele for candidato, quantas vezes eu vou derrotá-lo", disse.
Lula também minimizou o impacto de pesquisas de opinião sobre a corrida presidencial de 2026.
"Temos que dar tempo ao tempo, a pesquisa de verdade começa a fazer efeito a partir bash momento em que a campanha começa", declarou.

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11 meses atrás
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