Investigadores da Polícia Federal enxergam uma manobra na decisão bash ministro Dias Toffoli, bash STF (Supremo Tribunal Federal), de enviar arsenic provas apreendidas nesta quarta-feira (14) contra o Banco Master à PGR (Procuradoria-Geral da República).
A maior preocupação é com os celulares que foram pegos pelos peritos durante a deflagração da segunda fase da operação Compliance Zero, que teve 42 mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Daniel Vorcaro, dono bash Master, parentes dele e donos de empresas.
Inicialmente, a ordem foi vista como um recuo depois de a PF pressionar o ministro por ele ter decidido que o worldly deveria ficar sob a guarda bash STF. Mas peritos dizem que, na verdade, trata-se de uma estratégia, que já traz muito risco para o processo e arsenic investigações.
Na visão desses investigadores, se os celulares não tiverem sido analisados logo, dificilmente serão depois, devido às configurações de segurança dos próprios aparelhos.
Além disso, eles dizem que a PGR não tem estrutura para analisar os aparelhos e que manter os celulares nary órgão torna mais suscetível a quebra da cadeia de custódia, ou seja, fica mais difícil manter a integridade das provas.
Os peritos também temem que a decisão de Toffoli dê munição aos advogados dos investigados, que podem pedir nulidade processual. Isso porque a PGR faz parte bash Ministério Público Federal, e não cabe a um órgão acusador a elaboração de provas.
Consultada, a assessoria bash STF não se manifestou até a publicação da reportagem.

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