O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebe nesta sexta-feira (16) no Palácio do Itamaraty, no Rio de Janeiro, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o presidente do Conselho Europeu, António Costa.
👉🏽 Para a diplomacia brasileira, essa reunião terá um peso superior à cerimônia em Assunção. O presidente quer garantir uma "foto da vitória" com as maiores autoridades da UE.
Além disso, evita dividir o palanque com o presidente argentino, Javier Milei, com quem mantém uma relação protocolar e distante.
Enquanto os presidentes da Argentina, Uruguai e Paraguai confirmaram presença no evento de sábado, o Brasil será representado apenas pelo chanceler Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores.
O governo brasileiro minimiza a ausência de Lula e critica o que classifica como "movimento político" do Paraguai. Segundo o governo, os paraguaios tentaram elevar o encontro ao nível de chefes de Estado de última hora.
A avaliação do Itamaraty de que a competência dos chanceleres, e o ato de sábado será apenas uma formalidade após o selo político dado por Lula no Rio.
Presidente Lula em reunião com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen — Foto: Ricardo Stuckert/PR
A viabilização do acordo com a aprovação europeia passou por uma costura direta entre Lula e a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni.
Fontes do governo disseram que, em uma ligação no fim de 2025, pouco antes da Cúpula de Foz do Iguaçu, Meloni confessou a Lula viver um "embaraço político" com agricultores italianos à época e pediu paciência ao presidente brasileiro.
O pedido de adiamento feito pela italiana foi o que permitiu ao governo da Itália alinhar-se à Alemanha e Espanha, isolando a resistência da França, do presidente Emmanuel Macron, e garantindo que o texto chegasse pronto para a assinatura nesta semana.
’Maior acordo comercial do mundo’, diz chanceler
O chanceler brasileiro, Mauro Vieira, afirmou, em entrevista à GloboNews, que o acordo entre o Mercosul e a União Europeia pode ser considerado o maior acordo comercial do mundo, reunindo 720 milhões de habitantes nos dois blocos e representando cerca de 15% do PIB mundial.
Vieira destacou ainda a representatividade do grupo que surge com a integração entre os dois blocos, e como isso também desperta o interesse de outros países a ampliarem as relações comerciais com o Brasil.
Apesar das críticas que foram feitas antes da conclusão do acordo, o chanceler brasileiro afirma que as vantagens serão uma via de mão dupla.

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5 horas atrás
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