
O atraso na divulgação dos resultados trimestrais do BRB - que deveriam ter sido entregues até o dia 31 de março - está deixando apreensivos investidores profissionais que adquiriram mais de R$ 2 bilhões em Letras Financeiras subordinadas (LFSN) do banco estatal brasiliense.
Pelos termos dessas letras financeiras, o papel perderá total valor se o Índice da Basileia, que mede a saúde financeira de um banco, ficar abaixo de 4,5%. Pelo último balanço divulgado, em junho de 2025, esse indicador estava em 13,91%. O percentual está longe de refletir a realidade patrimonial atual do BRB, que foi dragado pela crise do Master após a tentativa fracassada de compra do banco de Daniel Vorcaro e hoje busca uma capitalização de R$ 8,8 bilhões.
A operação para tentar salvar o Master envolveu a compra, pelo BRB, de uma carteira superfaturada e que incluía ativos que se mostraram fraudulentos, por mais de R$ 15 bilhões. Entre as alternativas de capitalização do BRB está um empréstimo de mais de R$ 4 bilhões do FGC (Fundo Garantidor de Créditos) e também a venda de terrenos públicos em Brasília. Segundo noticiou a Bloomberg, o FGC não estaria disposto a conceder nenhuma linha para o BRB sem ter acesso aos números do balanço.

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