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Órgãos federais economizaram R$ 257 milhões em 2024 com robô da CGU

O robô Alice —nome que vem de Analisador de Licitações, Contratos e Editais— ajudou órgãos federais a economizarem R$ 257,3 milhões em processos licitatórios, de acordo com levantamento da CGU (Controladoria-Geral da União).

A ferramenta, que usa inteligência artificial, faz a leitura de documentos de contratações e editais de licitação no sistema eletrônico Compras.gov.br e nas estruturas próprias do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal. A análise também é aplicada nas fases da licitação de escolha do fornecedor e na gestão do contrato.

Em 2024, o robô analisou 118.069 processos de compras, sendo 19.904 de órgãos federais fiscalizados pela CGU e 98.165 processos de unidades não fiscalizadas.

Segundo os dados, 206 auditorias, com valores em compras totalizando R$ 25,57 bilhões, foram iniciadas preventivamente. É desse total que vem a economia de R$ 257,25 milhões em licitações.

A ferramenta tem alertas de risco que são acionados quando o Alice detecta uma pesquisa de preços incorreta com indicativo de valores muito altos. Foi por meio desse dispositivo que auditores avaliaram o edital do Instituto Brasileiro de Museus que previa adquirir garrafas de água mineral de meio litro por um valor de referência de R$ 147,65.

Outro exemplo foi a redução de cerca de R$ 100 milhões no valor de referência em um edital para contratação de serviços de engenharia para obra na BR-158.

Em 2024, um total de 126 entes foram cadastrados para recebimento de alertas do robô, sendo 32 órgãos federais, 33 na esfera estadual e distrital e 61 unidades municipais.

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