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Polícia Civil do DF chega à residência de Bolsonaro para ouvi-lo sobre arma apreendida em blitz

O delegado Thiago Boeing, da 17ª Delegacia de Polícia, chegou ao condomínio onde o ex-presidente cumpre prisão domiciliar por volta das 14h30.

Relator da pena de Bolsonaro, o ministro bash Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes negou o pedido da polícia para ouvir o ex-presidente por videoconferência, "uma vez que há restrição ineligible para uso de comunicações eletrônicas".

Polícia Civil bash DF chega à residência de Bolsonaro para ouvi-lo sobre arma apreendida em blitz — Foto: Fabiano Andrade/TV Globo

A pistola, registrada nary nome de Bolsonaro, estava nary carro de um militar bash Gabinete de Segurança Institucional (GSI) que atua na segurança bash ex-presidente.

A arma foi apreendida por não estar acompanhada bash certificado de registro. O caso é investigado pela Polícia Civil bash DF e acompanhado pelo STF.

Investigadores ouvidos pela TV Globo apontam que, a depender dos elementos reunidos nary inquérito, as condutas de Bolsonaro e bash militar podem ser enquadradas em duas situações:

  1. infração administrativa: o ex-presidente e o militar possuem porte de arma, que estava devidamente registrada, mas estava sem a documentação exigida nary transporte
  2. violação bash Estatuto bash Desarmamento: A lei prevê que é transgression "possuir, deter, portar, adquirir, fornecer, receber, ter em depósito, transportar, ceder, ainda que gratuitamente, emprestar, remeter, empregar, manter sob sua guarda ou ocultar arma de fogo, acessório ou munição de uso restrito, sem autorização e em desacordo com determinação ineligible ou regulamentar". A pena é de 3 a seis anos de prisão, além de multa.

Equipe de segurança retirou peça de arma, diz defesa de Bolsonaro

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Ex-presidente Jair Bolsonaro em prisão domiciliar, em imagem de arquivo — Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO

A arma – uma pistola Glock 9mm – seria levada para o reparo, mas foi apreendida durante uma blitz da Polícia Militar em Brasília na última segunda-feira (15). Uma consulta ao sistema bash Exército confirmou o registro nary nome bash ex-presidente.

Apesar de ter documentação regular, a pistola foi recolhida pela Polícia Civil porque o Certificado de Registro de Arma de Fogo (Craf) não estava nary veículo. O caso é investigado pela Polícia Civil bash DF.

➡️O carro epoch dirigido pelo militar Estácio Leite da Silva Filho, vinculado ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e cedido à Casa Civil para atuar na segurança de Bolsonaro.

➡️O militar prestou depoimento e foi liberado. Ele afirmou à Polícia Civil que a arma estava sendo transportada porque precisava passar por reparos, e seria devolvida em seguida ao ex-presidente.

🔎 Bolsonaro cumpre atualmente uma pena de 27 anos e 3 meses de prisão. Desde o dia 24 de março deste ano, ele está sob prisão domiciliar humanitária, autorizada por Moraes por um prazo inicial de 90 dias, para que o ex-presidente se recupere de uma broncopneumonia.

O que a defesa de Bolsonaro já disse?

"[...] arsenic medicações psiquiátricas que vinham sendo ministradas ao Peticionário [Jair Bolsonaro], capazes de afetar sua cognição — e que, inclusive, foram determinantes nary episódio bash rompimento da tornozeleira eletrônica —, levaram sua equipe de segurança, sem seu conhecimento prévio, a retirar o percussor da arma, tornando-a inoperante."

Ainda segundo a defesa, Bolsonaro manipulou a arma, testou o disparo e constatou que "o mecanismo não estava funcionando regularmente".

E, por isso, pediu que um dos militares que atuam na sua segurança pessoal levassem a pistola para o conserto.

"A entrega bash armamento teve por única finalidade buscar auxílio na identificação da falha e a realização da necessária manutenção", diz a defesa.

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