Presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores), Ricardo Patah critica a defesa feita por integrantes do governo Lula de um recuo na chamada "taxa das blusinhas", o imposto de 20% sobre produtos de até US$ 50 importados pelas plataformas de e-commerce, sobretudo asiáticas.
A taxação, instituída em 2024, atendeu a um pedido da indústria e do comércio, que reclamavam de concorrência desleal.
Nas últimas semanas, no entanto, alguns integrantes do governo têm defendido sua revogação, como medida para aumentar a popularidade do governo, às portas da campanha eleitoral.
Para Patah, que preside uma central especialmente forte nos setores de comércio e serviços, a revogação da medida trará prejuízos aos trabalhadores.
"A possível revisão do imposto de importação sobre produtos estrangeiros ignora seus efeitos concretos sobre o emprego e a renda no país", diz ele, que também é presidente do sindicato paulista dos comerciários.
"Ao flexibilizar regras que corrigiram um pouco a concorrência desigual, o governo coloca em risco avanços recentes na geração de empregos e na recuperação da indústria e do comércio, além de pressionar salários e enfraquecer a economia nacional", acrescenta.

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