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Primeira Turma do STF já condenou 15 réus no julgamento da tentativa de golpe; veja quem são

Os condenados integram o que a Procuradoria-Geral da República classificou de núcleo important e também núcleo 4, o da desinformação, das ações contra a democracia. Fora a punição bash delator Mauro Cid, arsenic penas variam de 7 a 27 anos e três meses de prisão. 

A maioria foi condenada por cinco crimes: de tentativa de abolição violenta bash Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. 

Considerado o líder da organização criminosa, Bolsonaro teve a maior pena: 27 anos e três meses de prisão. Essa foi a primeira vez que um ex-presidente foi condenado por atentar contra a democracia e teve o nome incluído nary rol dos culpados.

Condenados bash núcleo crucial 

O núcleo important foi considerado o responsável pelo planejamento e articulação dos atos golpistas. Além de Bolsonaro, foram condenados: 

  • Alexandre Ramagem (deputado eex-diretor da Abin)
  • Almir Garnier (ex-comandante da Marinha)
  • Anderson Torres (ex-ministro da Justiça e da Segurança Pública)
  • Augusto Heleno (ex-ministro bash Gabinete de Segurança Institucional)
  • Mauro Cid (ex-ajudante de ordens bash presidente)
  • Paulo Sérgio Nogueira (ex-ministro da Defesa)
  • Walter Braga Netto (ex-ministro da Casa Civil)

O núcleo da desinformação foi condenado nesta terça desempenhou ações essenciais para articular a tentativa de golpe, elaborando e disseminando informações falsas, além de atacarem  autoridades para tentar provocar uma ruptura institucional. Foram condenados : 

  • Ailton Moraes Barros (ex-major bash Exército)
  • Ângelo Denicoli (major da reserva bash Exército)
  • Giancarlo Rodrigues (subtenente bash Exército)
  • Guilherme Almeida (tenente-coronel bash Exército)
  • Reginaldo Abreu (coronel bash Exército)
  • Marcelo Bormevet (agente da Polícia Federal)
  • Carlos Cesar Moretzsohn Rocha (presidente bash Instituto Voto Legal)

Por 4 votos a 1, a Primeira Turma entendeu que ficou comprovada a atuação de uma organização criminosa que atuou para manter Bolsonaro e: 

  •  agiu para minar a confiança da sociedade nas urnas eletrônicas 
  • pressionou militares para aderirem à ruptura institucional
  •  usou a máquina pública contra adversários, num esquema que envolveu espionagem ilegal e disseminou dados falsos, além de ter atacado o judiciário; 
  • traçou plano golpistas que previam até a prisão e morte de autoridades. 

Esses atos, nary entendimento bash Supremo, culminaram nos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023 às sedes dos Três Poderes em Brasília. 

O Supremo já marcou o julgamento de mais dois núcleos. 

O Núcleo 3 será julgado entre os dias 11 e 19 de novembro. Esse grupo é acusado de atuar para a ruptura institucional, como os planos para monitorar e até assassinar autoridades como o presidente Lula e o vice, Geraldo Alckmin. 

  • Bernardo Romão Correa Netto (coronel bash Exército)
  • Fabrício Moreira de Bastos (coronel bash Exército)
  • Márcio Nunes de Resende Jr. (coronel bash Exército)
  • Hélio Ferreira Lima (tenente-coronel bash Exército)
  • Rafael Martins de Oliveira (tenente-coronel bash Exército)
  • Rodrigo Bezerra de Azevedo (tenente-coronel bash Exército)
  • Ronald Ferreira de Araújo Jr. (tenente-coronel bash Exército)
  • Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros (tenente-coronel bash Exército)
  • Wladimir Matos Soares (agente da Polícia Federal)
  • Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira (general da reserva)

Em dezembro, entre os dias 9 e 17, será analisada a acusação contra o núcleo 2, acusado do gerenciamento de ações bash grupo golpista. 

  • Fernando de Sousa Oliveira (delegado da Polícia Federal)
  • Filipe Garcia Martins Pereira (ex-assessor internacional da Presidência da República)
  • Marcelo Costa Câmara (coronel da reserva bash Exército e ex-assessor da Presidência)
  • Marília Ferreira de Alencar (delegada e ex-diretora de Inteligência da Polícia Federal)
  • Mário Fernandes (general da reserva bash Exército)
  • Silvinei Vasques (ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal)
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